Os analistas Caio Moscardini, Guilherme Gripp e Karoline Silva Correia citam que a companhia continua focada em transformar receitas em caixa e “tem sido mais restritiva com renegociações, reduções de parcelas e aplicações de juros em financiamentos com cartão de crédito”.
Em relação à alavancagem, o banco acredita que, devido à sazonalidade, a dívida líquida deve aumentar sequencialmente no quarto trimestre deste ano. Porém, com a expectativa de que o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) de longo termo cresça mais rapidamente, a taxa deve declinar. O Santander espera a dívida líquida pelo Ebitda (ND/Ebitda) em 3,40 vezes nos últimos três meses de 2023 e em 2,93 vezes no segundo trimestre de 2024.
O novo preço-alvo representa potencial valorização de 70,9% sobre o fechamento de ontem (6).