A recessão nos Estados Unidos ficou em segundo lugar, com 15% das menções, seguida por instabilidade política (12%), riscos geopolíticos (7%) e interferência em empresas estatais (5%).
Os consultados também indicaram cortes de juros mais agressivos no Brasil como o principal fator que aumentaria o apetite por risco dos clientes para alocar em ações brasileiras. A opção foi selecionada por 18% dos participantes.
A redução de riscos de política fiscal no Brasil ficou em segundo lugar, com 14% das menções, seguida por corte de juros nos Estados Unidos (10%) em terceiro e redução em ruídos políticos no Brasil (5%) em quarto.