Por volta das 18h (de Brasília), o dólar caía a 141,78 ienes. O euro subia a US$ 1,1108, na máxima em quatro meses e meio, e a libra avançava a US$ 1,2794. O índice DXY (que mede a força do dólar ante seis rivais) fechou com baixa de 0,47%, aos 100,986 pontos.
As apostas de algum relaxamento monetário até março superavam por pouco os 90%, no fim desta tarde, diante da ampla expectativa de que o Fed cortará juros logo, após a mais recente reunião e diante das declarações do presidente do BC, Jerome Powell. O movimento tende a pressionar o dólar.
Do lado do BoJ, o presidente do banco central japonês, Kazuo Ueda, disse que a possibilidade de elevar os juros “não é zero”, mas avaliou que isso não deve ocorrer no primeiro trimestre de 2024, como aposta parte do mercado. O sumário de opiniões do BoJ mostrou ainda que alguns dirigentes querem discutir mais amplamente a saída da acomodação monetária, no quadro atual. Após a publicação do documento, o iene perdeu fôlego.