Ao final do pregão de hoje, que teve horário reduzido, o juro da T-note de 2 anos tinha baixa a 4,250%. Já o juro da T-note de 10 anos subia a 3,879%, e o do T-bond de 30 anos avançava a 4,034%.
No fechamento de 2022, o retorno da T-note de 2 anos era de 4,419%; o da T-note de 10 anos era de 3,877%; e o do T-bond de 30 anos, de 3,969%.
A nova configuração reflete, entre outros pontos, a aposta no fim do ciclo de aperto monetário muito em breve nos Estados Unidos. Também embute as perspectivas de que a economia americana não verá uma recessão em 2024.
Analista do BMO, Ian Lyngen prevê que a curva de juros fique mais acentuada novamente em 2024, mas desta vez com os yields de menor prazo caindo mais que os de maior prazo – o “bull steepening”, como é chamado em inglês. Em 2023, o movimento foi o contrário: os juros de menor prazo subiram mais que o de maior prazo.
As especulações sobre o timing do primeiro corte de juros pelo Federal Reserve (Fed) deverão ditar o tom do mercado até que aconteça, de acordo com relatório escrito pelo especialista.