Os mercados globais até chegaram a esboçar alguma reação positiva a dados americanos no início desta quarta-feira, porém adentram o período da tarde mostrando instabilidade com as expectativas pela divulgação da ata do FED às 16h. Nos Estados Unidos, o relatório de empregos Jolts e o índice PMI industrial ficaram acima das expectativas, sustentando o avanço dos retornos dos Treasuries, com aumento das apostas de 21% para 25,5% de que o comitê de política monetária americano mantenha os juros inalterados em março.
Em resposta ao novo avanço dos juros futuros, os índices de Nova York e da Europa operavam em queda no início desta tarde. Já o petróleo ganhou fôlego e avançava mais de 3% após a notícia de que um protesto fechou as operações de um importante campo petrolífero da Líbia, além de um comunicado da Opep+ reforçando o compromisso com a estabilidade do mercado.
Por aqui, às 13h57, o Ibovespa subia 0,22% aos 132.990 pontos, apoiado principalmente pela aceleração dos papéis da Petrobras, em sintonia com a disparada do petróleo no exterior. O movimento, contudo, é limitado pelo recuo das bolsas americanas e da Vale e demais metálicas, apesar da forte alta do minério de ferro de 2,93% nesta madrugada em Dalian. Além disso, o dólar operava próximo da estabilidade em relação ao real, cotado a R$ 4,92, enquanto na curva a termo doméstica o movimento era positivo ao longo dos vértices, novamente em sintonia com os Treasuries americanos.
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