“O coelho está na cartola. Se o ambiente macro melhorar, Cyrela poderá estar entre os nomes líquidos de elevado beta com maior potencial de valorização”, destacam os analistas do BBA, Daniel Gasparete, André Dibe, Mariangela Castro e Alejandro Fuchs. Para eles, Cyrela poderá tirar partido de um mercado de ações mais animado para vender participações nas suas subsidiárias.
“Cyrela tem uma assimetria atraente e um risco negativo limitado. Ainda há tempo para entrar na ação”, afirmam, tendo como base as interações feitas com investidores, cuja sensação é de que o posicionamento na Cyrela “ainda é leve”.
Os analistas explicam que o otimismo e o posicionamento que se formavam a partir do fim de agosto foram revertidos ao longo de setembro e outubro do ano passado. E, embora as taxas de juros nominais de longo prazo tenham caído desde novembro, o banco percebeu que os investidores preferiram adicionar nomes mais líquidos de qualidade em vez de Cyrela. “Isso criou um ponto de entrada interessante para as ações, em nossa opinião”, pontuam.