No fim da tarde em Nova York, o juro da T-note de 2 anos avançava a 4,678%, o da T-note de 10 anos tinha alta a 4,325% e o do T-bond de 30 anos subia a 4,486%. Na agenda de leilões, o Tesouro americano informou que uma oferta de US$ 16 bilhões em T-notes de 20 anos registrou yield de 4,595%, com taxa bid to cover, indicativo da demanda, em 2,39 vezes, abaixo da média recente, de 2,59 vezes. Um leilão de notas de juro flutuante (FRN, na sigla em inglês) de 2 anos registrou taxa máxima de desconto de 0,200%.
A ata, por sua vez, mostrou que os dirigentes ainda querem ganhar mais confiança na queda da inflação, antes de optar pelo corte nos juros. Eles veem a atividade se expandir em ritmo sólido, com a geração de vagas moderando, mas ainda forte, enquanto a inflação segue elevada, mesmo que riscos de alta para os preços tenham diminuído.
Na avaliação da Capital Economics, a ata foi levemente hawkish, mas não permitia se descartar um corte de juros em maio. A Oxford Economics também via como mais provável um corte de juros em maio, mas considerava que a ata elevava a possibilidade de que isso ocorra apenas depois disso.