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Dólar hoje: moeda fecha em alta após falas de dirigentes do Fed

Os ruídos políticos locais seguem como pano de fundo para a busca de proteção cambial

Por Antonio Perez

18/04/2024 | 17:53 Atualização: 18/04/2024 | 17:53

Foto: Envato Elements
Foto: Envato Elements

Após queda de 0,47% nesta quarta-feira (17), o dólar à vista apresentou leve alta na sessão desta quinta-feira (18), dia marcado por fortalecimento da moeda americana no exterior. Falas duras de dirigentes do Federal Reserve (Fed, o Banco Central americano) empurraram as taxas dos Treasuries ainda mais para cima, o que castigou divisas emergentes.

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Os ruídos políticos locais e a percepção de desidratação prematura do novo arcabouço fiscal seguem como pano de fundo para a busca de proteção cambial. Tirando uma queda pontual e limitada nos primeiros negócios, quando registrou mínima a R$ 5,2293, a moeda trabalhou em alta no restante da sessão. Com máxima a R$ 5,2784 no início da tarde, o dólar reduziu bastante os ganhos na última hora de pregão e encerrou cotado a R$ 5,2502, avanço de 0,12%. A divisa passa a apresentar avanço de 2,52% nesta semana, o que leva a valorização acumulada em abril para 4,68%.

Termômetro do comportamento da moeda americana em relação a uma cesta de seis divisas fortes, o índice DXY teve leve alta, voltando a superar os 106,100 pontos. Entre divisas e emergentes, as piores perdas foram dos pesos mexicano e colombiano, dois dos principais pares do real. Na contramão, o peso chileno teve ganhos de mais de 1%, escorado na alta do cobre, que atingiu hoje o maior nível em dois anos.

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“Houve uma correção ontem no câmbio até por conta do movimento exacerbado de alta nos dias anteriores. E hoje o dólar já voltou a subir. Ainda não foi encontrado um ponto de equilíbrio”, afirma o economista-chefe da Frente Corretora, Fabrizio Velloni, ressaltando que o mercado ainda está absorvendo a perspectiva de juros altos por mais tempo nos Estados Unidos.

“As divisas emergentes acabam sofrendo um pouco mais porque tem um nível de risco maior. Com o cenário muito indefinido, é natural que haja busca de hedge”. Com a ausência de indicadores de peso, as atenções se voltaram para falas de dirigentes do Federal Reserve. Pela manhã, o presidente do Fed de Nova York, John Willians, afirmou não sentir urgência de cortar os juros. Com direito a voto nas decisões de política monetária do BC americano, Willians disse que a taxas vão cair, mas que o momento exato depende do comportamento da economia, que ainda está aquecida.

No início da tarde, o presidente do Fed de Atlanta, Raphael Bostic, reforçou a perspectiva de postergação dos cortes de juros mais para o fim do ano. Em entrevista coletiva ao lado do presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou é “preciso cautela nos próximos dias e semanas, porque haverá um reposicionamento global” com as mudanças das expectativas para os juros nos EUA. Já Campos Neto disse que o BC decidiu abandonar o “foward guidance” da política monetária, que previa novo corte da taxa Selic em 0,50 ponto porcentual em maio, porque “a visibilidade é menor”.

Ambos participaram de encontro do G20 Brasil, que ocorreu em paralelo às reuniões de Primavera do Fundo Monetário Internacional (FMI), em Washington. Segundo o presidente do BC, o fortalecimento global do dólar pode impor necessidade de reação de alguns banqueiros centrais. O Brasil estaria em uma situação melhor, em razão dos fundamentos externos positivo, com superávits comerciais robustos.

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“Não interferimos no mercado de câmbio para combater uma mudança estrutural, que tem fundamento, como o caso da percepção de que os juros dos EUA terão de ficar mais altos por mais tempo”, disse o Campos Neto. “Não houve novidade no que Haddad e Campos Neto falaram. O mercado continua avesso ao risco. A alta dos juros do Treasuries fortalece o dólar e ainda temos o clima de incerteza com a questão fiscal doméstica”, afirma a economista Cristiane Quartaroli, do Ouribank.

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