O banco também vê a B3 negociando a 13,3 vezes o preço/lucro por ação, bem abaixo dos múltiplos de 20 vezes e 25 vezes negociados nos últimos dois ciclos de flexibilização e 40% abaixo dos pares internacionais.
“Melhores serviços deverão apoiar o apelo da B3 e diminuir a atratividade de um player disruptivo que oferece taxas mais baixas”, destacam os analistas Mario Pierry e Antonio Ruette, em relatório, considerando, sobretudo, que a empresa não espera impacto material nos lucros.
As taxas de negociação e pós-negociação de cada investidor passarão a ser baseadas no volume médio diário negociado (ADTV) do mês anterior, independente do tipo de investidor.
No negócio de custódia, a B3 ajustou tarifas de saldo de custódia, descontinuou a tarifa de manutenção de Depositary Receipts (DR) e implementou tarifa de saldo de custódia para investidores não residentes, isentando-os da tarifa de manutenção de contas de custódia.
O BofA tem preço-alvo de R$ 17 para B3, o que representa um potencial de valorização de 52% sobre o fechamento da última sexta-feira (19).