Quanto à rentabilidade, a margem bruta permaneceu em linha com as previsões, atingindo 29,9%, impulsionada pela estratégia focada em margens e pelos ganhos provenientes de serviços. No entanto, a margem Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização), embora tenha crescido 3,8 pontos porcentuais em relação ao ano anterior, alcançando 7,4%, ficou ligeiramente abaixo das estimativas devido a um aumento nos custos administrativos neste trimestre.
O lucro líquido foi de R$ 27,9 milhões, também abaixo das expectativas, mas a redução das despesas financeiras em 38,3% em relação ao ano anterior foi um ponto positivo, segundo a Ativa .
A Ativa tem recomendação neutra para as ações da varejista, com preço-alvo de R$ 4,20, o que representa um potencial de valorização de 154,5% ante o fechamento da última quinta-feira (9).