De acordo com o gerente-geral de Medicamentos e Produtos Biológicos da agência, Gustavo Mendes, é preciso confirmar que não há causalidade entre a vacina e “o evento adverso grave não esperado” verificado em um voluntário dos testes. Conforme apuração do Estadão, suicídio foi a causa provável da morte do voluntário.
A Anvisa alegou que, ao informar um evento grave nos testes, o Instituto Butantan enviou informações incompletas sobre a ocorrência e que, diante de um evento grave não esperado, o protocolo técnico correto é suspender os trabalhos até o detalhamento dos dados. “Tão logo as informações sejam canalizadas corretamente, elas serão analisadas”, disse o presidente da Anvisa, Antonio Barra Torres. O diretor reforçou compromisso da agência com o desenvolvimento das vacinas testadas atualmente.