• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Tempo Real

Juros fecham em alta impulsionada por relatório econômico dos EUA

Números de geração de empregos nos EUA em maio acima das expectativas afetaram as taxas nesta sessão

Por Denise Abarca

07/06/2024 | 18:09 Atualização: 07/06/2024 | 18:15

Juros (Foto: Adobe Stock)
Juros (Foto: Adobe Stock)

Os juros futuros fecharam a sexta-feira (7) em forte alta, disparando mais de 40 pontos-base a partir dos vértices intermediários, ainda sob o efeito do relatório de emprego norte-americano, que puxou para cima os rendimentos dos Treasuries (títulos de renda fixa de dívida pública do governo norte-americano) e o dólar, penalizando ativos de economias emergentes de forma generalizada.

Leia mais:
  • Dólar fecha em R$ 5,32, o maior valor desde janeiro de 2023; entenda os motivos
  • 30 anos do real: conheça a história do plano que colocou o Brasil na civilidade monetária
  • Os 12 melhores fundos imobiliários para investir agora, segundo o Itaú BBA
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

A surpresa com o payroll e com os ganhos salariais maiores do que o esperado, a poucos dias da reunião do Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA), reduziu as apostas de início do corte de juros nos Estados Unidos em setembro e também para o tamanho do alívio em 2024, fortalecendo, no Brasil, a ideia de fim das quedas da Selic. A semana termina com taxas bastante acima dos níveis da última sexta-feira, em especial no miolo da curva.

No fechamento, a taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2025 estava em 10,600%, de 10,440% ontem. A do DI para janeiro de 2026 disparou de 10,85% para 11,22%. A taxa do DI para janeiro de 2027 saltou a 11,60%, de 11,16%, e a do DI para janeiro de 2029, de 11,58% para 11,96%.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

A sessão teve giro expressivo de contratos, refletindo prováveis movimentos de zeragem de posições vendidas, desmontadas a partir do susto com o payroll de maio. A criação de postos de trabalho, de 272 mil, superou a mediana (185 mil) e o teto das estimativas do mercado (220 mil) e o ritmo dos salários também surpreendeu, ainda que a taxa de desemprego tenha avançado.

Os números esfriaram as apostas de corte de juro nos EUA em setembro, que antes do dado giravam em torno de 60%. Pelo monitoramento do CME Group, perto das 17h estavam divididas, com 50,8% de probabilidade para corte e 49,2% para manutenção. Ainda, o mercado voltou a ver com mais força a chance de apenas uma redução em 2024 e o risco de não haver queda saltou de 5,5% para 14%. Nos Treasuries, o yield da T-Note de 10 anos voltou a superar 4,40%, marcando 4,43% no fim da tarde e o do papel de 2 anos saltava a 4,88%.

A economista-chefe da Veedha Investimentos, Camila Abdelmalack, afirma que a leitura do mercado é de juros elevado por período prolongado nos EUA e a curva doméstica é penalizada ainda pela perda de valor do real em relação ao dólar, pela via da inflação. O dólar à vista fechou hoje em R$ 5,3247 e a percepção é que manutenção da cotação por muito tempo próxima de R$ 5,30 vai contaminar os preços. “Fora isso, tem um pouco de explicação desse prêmio na curva de juros pela questão do fiscal, como vai ficar a capacidade de arrecadação do governo com as medidas que foram lançadas essa semana”, afirma.

O quadro de apostas para juro nos EUA mexe com o sentimento do investidor com relação à política monetária no Brasil, que adicionalmente tem um quadro fiscal adverso e expectativas de inflação desancoradas em relação à meta de 3%. Poluída por movimentos técnicos ligados a possíveis movimentos de “stop loss”, a precificação da curva mostrava nesta tarde Selic próxima de 11% no fim de 2024, a 10,90%. Para a reunião de junho, a curva projetava 100% de chance de manutenção no atual patamar de 10,50%.

Publicidade

Em evento da Universidade de Brasília, o diretor de Política Monetária do Banco Central, Gabriel Galípolo, comentou que a postergação da expectativa de corte de juro nos Estados Unidos refletiu em elevação de juro terminal em emergentes. Ele destacou que os últimos dados de inflação foram benignos, mas a desancoragem das expectativas persiste – e é isso que causa a preocupação no BC. “Cabe ao Copom colocar a taxa de juros no patamar restrito necessário tempo suficiente para atingir a meta de inflação”, disse Galípolo, defendendo a busca da meta ainda que com choques exógenos.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Câmbio
  • Dolar
  • EUA
  • Moeda
  • Treasuries
Cotações
11/02/2026 2h50 (delay 15min)
Câmbio
11/02/2026 2h50 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Ibovespa hoje encerra acima de 186 mil pontos e atinge novo recorde de fechamento

  • 2

    Pátria conclui compra da RBR e muda a gestão de FIIs; XP avalia impactos para os cotistas

  • 3

    Resultados de Suzano e Klabin no 4T25 devem decepcionar no curto prazo, mas analistas veem forte valorização

  • 4

    "Investidor institucional segura interesse em cripto", diz head global da Coinbase

  • 5

    Lucro da BB Seguridade cresce, mas não anima; Genial rebaixa recomendação e Citi e BBA projetam 2026 desafiador

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: 4 documentos para separar ao declarar um financiamento
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: 4 documentos para separar ao declarar um financiamento
Imagem principal sobre o Conta de luz cara? Saiba como economizar com o chuveiro elétrico
Logo E-Investidor
Conta de luz cara? Saiba como economizar com o chuveiro elétrico
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: como fazer a declaração?
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: como fazer a declaração?
Imagem principal sobre o Tele Sena de Ano Novo 2026: os sorteios já acabaram?
Logo E-Investidor
Tele Sena de Ano Novo 2026: os sorteios já acabaram?
Imagem principal sobre o INSS 2026: quem pode efetuar o saque do benefício?
Logo E-Investidor
INSS 2026: quem pode efetuar o saque do benefício?
Imagem principal sobre o FGTS: quais dados são solicitados no cadastro para receber valores?
Logo E-Investidor
FGTS: quais dados são solicitados no cadastro para receber valores?
Imagem principal sobre o INSS: como receber o primeiro pagamento dos benefícios?
Logo E-Investidor
INSS: como receber o primeiro pagamento dos benefícios?
Imagem principal sobre o FGTS Digital: veja os 3 tipos de certificados que são aceitos
Logo E-Investidor
FGTS Digital: veja os 3 tipos de certificados que são aceitos
Últimas: Tempo Real
Lucro da AIG no 4T25 tem queda de 18% na comparação anual e chega a US$ 735 milhões
Tempo Real
Lucro da AIG no 4T25 tem queda de 18% na comparação anual e chega a US$ 735 milhões

Maior empresa seguradora americana frustrou as expectativas de analistas da FactSet, que esperavam aumento de US$ 1 bilhão no trimestre

10/02/2026 | 21h03 | Por Laís Adriana
TIM (TIMS3): lucro cresce 27,9% no 4T25 e alcança R$ 1,349 bilhão
Tempo Real
TIM (TIMS3): lucro cresce 27,9% no 4T25 e alcança R$ 1,349 bilhão

Lucro, segundo a empresa, vem principalmente do crescimento do negócio de internet móvel e de cortes de custos nas operações

10/02/2026 | 20h17 | Por Circe Bonatelli
Suzano (SUZB3) reverte prejuízo e lucra R$ 116 milhões no 4T25
Tempo Real
Suzano (SUZB3) reverte prejuízo e lucra R$ 116 milhões no 4T25

Companhia avalia que último trimestre de 2025 foi caracterizado pela “continuidade da recuperação dos preços da celulose de fibra curta”

10/02/2026 | 19h31 | Por Talita Nascimento e Camila Vech
Petrobras (PETR3; PETR4): produção de óleo e gás tem alta anual de 18,6% no 4T25
Tempo Real
Petrobras (PETR3; PETR4): produção de óleo e gás tem alta anual de 18,6% no 4T25

Avanço na comparação com o 4T24 foi impulsionado por novos FPSOs e ganho de eficiência, segundo a estatal

10/02/2026 | 19h22 | Por Denise Luna e Gabriela da Cunha

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador