• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Tempo Real

Juros fecham em queda após demonstração de apoio da Febraban a Haddad

O rendimento dos títulos de dívida dos Estados Unidos também estiveram no radar da sessão

Por Denise Abarca e Laís Adriana

14/06/2024 | 18:18 Atualização: 14/06/2024 | 18:18

Juros (Foto: Adobe Stock)
Juros (Foto: Adobe Stock)

Os juros futuros fecharam a sessão desta sexta-feira (14) em baixa e encerraram a semana num clima bem diferente do que no fechamento da anterior, graças ao alívio da pressão sobre o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, entre ontem e hoje, aliado ao IBC-Br mais fraco e queda no rendimento dos Treasuries (títulos de renda fixa de dívida pública do governo norte-americano). A reunião de Haddad hoje com representantes dos grandes bancos do País teve desfecho positivo, com demonstração de apoio da Febraban ao trabalho da Fazenda na agenda de revisão de gastos.

Leia mais:
  • Ibovespa hoje: índice fecha em leve alta após apoio de Febraban a Haddad
  • Bolsas de NY fecham mistas diante de cautela por temores sobre França
  • Exterior dita o ritmo e dólar fecha em alta de 1,12% na semana
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

No fechamento, a taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2025 estava em 10,660%, de 10,665% ontem no ajuste, e a do DI para janeiro de 2026 caía de 11,24% para 11,20%. O DI para janeiro de 2027 projetava taxa de 11,50%, de 11,60% ontem, e a do DI para janeiro de 2029 recuava a 11,88%, de 12,03%.

A curva perdeu inclinação não somente na semana como também nesta sessão, com os DIs longos recuando com mais força, favorecidos diretamente pelo ambiente externo e melhora na percepção de risco fiscal. As taxas chegaram pontualmente a reduzir o ritmo de queda no meio da etapa vespertina dada a piora do câmbio e redução de baixa dos juros dos títulos do Tesouro dos EUA, mas depois retomaram o fôlego.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

A melhora na percepção de risco começou ainda ontem, com a entrevista conjunta de Haddad e a ministra do Planejamento, Simone Tebet, mostrando sintonia em relação à necessidade de rever despesas, a partir de uma “revisão ampla, geral e irrestrita” do que pode ser feito.

Hoje, o ministro recebeu apoio dos grandes bancos na pauta de ajuste das contas públicas, o que tende a fortalecê-lo nas negociações com o Congresso. “Quando reafirmamos o apoio institucional ao ministro Haddad, o fazemos independentemente dos ruídos dos últimos dias”, afirmou o presidente da Febraban, Isaac Sidney ao Broadcast, após encontro.

Ainda, ao programa Papo com Editor, o ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, garantiu que a agenda de responsabilidade fiscal encabeçada pelo ministro e pela equipe econômica é também do presidente Lula. Disse ainda que há o apoio do governo a uma agenda de corte de gastos e a medidas que tenham como objetivo a organização do orçamento.

“A Febraban ressaltou a importância da figura do Haddad na busca do equilíbrio fiscal, trazendo um certo alívio para o mercado doméstico e diminuindo um pouco o ruído que a gente viu nos últimos dias”, afirmou Gustavo Sung, economista-chefe da Suno Research, destacando também o papel as taxas americanas no desenho da curva local.

Publicidade

Os yields dos Treasuries operaram em baixa, diante da expectativa de cortes de juros pelo Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA) a partir de setembro. A leitura divergente dos dados da Universidade de Michigan manteve o quadro de queda dos rendimentos, com deterioração no sentimento do consumidor, mas aumento das expectativas de inflação. No fim da tarde, a taxa da T-Note de dez anos estava em 4,21%.

O economista-chefe do banco Bmg, Flávio Serrano, acrescenta entre os motivos para a baixa das taxas dos DIs os dados de atividade mais fracos no Brasil, na leitura do IBC-Br. O índice subiu 0,01% em abril ante março, bem menos do que apontava a mediana de 0,4%. Contudo, o resultado não foi suficiente para alterar as apostas para o Copom da próxima semana. A curva segue precificando entre 5% e 10% de chance de alta da Selic. Para o fim do ano, projeta taxa básica entre 11% a 11,25%.

“Semana que vem acreditamos que o BC manterá taxas estáveis em 10,50%, visto que próximos dados terão pouca influência. A decisão deve ser unânime. A partir daí, o segundo semestre deve refletir a espera do mercado por elementos de que o BC retomará ciclo de flexibilização”, afirmou Serrano. No cenário do BMG, o BC do Brasil só deve retomar os cortes nas taxas no primeiro semestre de 2025 e reduzir a Selic até 9,5%.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Fernando Haddad
  • Juros
  • mercado
  • Treasuries
Cotações
10/02/2026 21h11 (delay 15min)
Câmbio
10/02/2026 21h11 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Ibovespa hoje encerra acima de 186 mil pontos e atinge novo recorde de fechamento

  • 2

    Violência patrimonial e financeira contra Idosos: como identificar abusos e proteger a autonomia na velhice

  • 3

    Filho de Warren Buffett só descobriu que o pai era bilionário depois dos 20 anos

  • 4

    "Investidor institucional segura interesse em cripto", diz head global da Coinbase

  • 5

    Pátria conclui compra da RBR e muda a gestão de FIIs; XP avalia impactos para os cotistas

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: 4 documentos para separar ao declarar um financiamento
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: 4 documentos para separar ao declarar um financiamento
Imagem principal sobre o Conta de luz cara? Saiba como economizar com o chuveiro elétrico
Logo E-Investidor
Conta de luz cara? Saiba como economizar com o chuveiro elétrico
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: como fazer a declaração?
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: como fazer a declaração?
Imagem principal sobre o Tele Sena de Ano Novo 2026: os sorteios já acabaram?
Logo E-Investidor
Tele Sena de Ano Novo 2026: os sorteios já acabaram?
Imagem principal sobre o INSS 2026: quem pode efetuar o saque do benefício?
Logo E-Investidor
INSS 2026: quem pode efetuar o saque do benefício?
Imagem principal sobre o FGTS: quais dados são solicitados no cadastro para receber valores?
Logo E-Investidor
FGTS: quais dados são solicitados no cadastro para receber valores?
Imagem principal sobre o INSS: como receber o primeiro pagamento dos benefícios?
Logo E-Investidor
INSS: como receber o primeiro pagamento dos benefícios?
Imagem principal sobre o FGTS Digital: veja os 3 tipos de certificados que são aceitos
Logo E-Investidor
FGTS Digital: veja os 3 tipos de certificados que são aceitos
Últimas: Tempo Real
Lucro da AIG no 4T25 tem queda de 18% na comparação anual e chega a US$ 735 milhões
Tempo Real
Lucro da AIG no 4T25 tem queda de 18% na comparação anual e chega a US$ 735 milhões

Maior empresa seguradora americana frustrou as expectativas de analistas da FactSet, que esperavam aumento de US$ 1 bilhão no trimestre

10/02/2026 | 21h03 | Por Laís Adriana
TIM (TIMS3): lucro cresce 27,9% no 4T25 e alcança R$ 1,349 bilhão
Tempo Real
TIM (TIMS3): lucro cresce 27,9% no 4T25 e alcança R$ 1,349 bilhão

Lucro, segundo a empresa, vem principalmente do crescimento do negócio de internet móvel e de cortes de custos nas operações

10/02/2026 | 20h17 | Por Circe Bonatelli
Suzano (SUZB3) reverte prejuízo e lucra R$ 116 milhões no 4T25
Tempo Real
Suzano (SUZB3) reverte prejuízo e lucra R$ 116 milhões no 4T25

Companhia avalia que último trimestre de 2025 foi caracterizado pela “continuidade da recuperação dos preços da celulose de fibra curta”

10/02/2026 | 19h31 | Por Talita Nascimento e Camila Vech
Petrobras (PETR3; PETR4): produção de óleo e gás tem alta anual de 18,6% no 4T25
Tempo Real
Petrobras (PETR3; PETR4): produção de óleo e gás tem alta anual de 18,6% no 4T25

Avanço na comparação com o 4T24 foi impulsionado por novos FPSOs e ganho de eficiência, segundo a estatal

10/02/2026 | 19h22 | Por Denise Luna e Gabriela da Cunha

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador