“Isso é visto como atraente, dada a expectativa de melhoria nas margens e na geração de fluxo de caixa livre, com rendimentos de fluxo de caixa livre de 8% e 10% para 2024 e 2025, respectivamente”, destacam os analistas Gustavo Miele e Emerson Vieira, em relatório.
O banco argumenta que o momento é propício para investir, considerando que, se o mercado projetasse a ação negociada a cerca de 13 vezes os lucros de 2025, o nível anterior à recente queda, isso sugeriria uma Margem Líquida de Receita (MLR) em dinheiro de 70,2% para aquele ano. Tal projeção é mais pessimista do que a estimativa atual de 68,1%.
Segundo o Goldman, uma revisão da análise de Taxa Interna de Retorno (TIR) implícita para a ação, utilizando um modelo de Dividendo Descontado (DDM), revelou um retorno potencial superior ao de um bond livre de risco de duração semelhante em cerca de 800 pontos-base (bps), baseando-se em premissas conservadoras.
O banco reitera a recomendação de compra, com preço-alvo de R$ 5,70. Considerando o fechamento da última sexta-feira (14), o potencial de valorização é de 52%.