Segundo os analistas Gabriel Barra e Andrés Cardona, a fusão entre 3R e Enauta criará uma nova companhia que deve aumentar a escala operacional, aproveitar sinergias por ser um dos potenciais consolidadores do cenário brasileiro de Óleo e Gás, e gerar crescimento na produção em Atlanta, Potiguar e Papa Terra.
“Do ponto de vista da nova companhia, o principal risco poderia ser o grande portfólio de projetos, que pode implicar uma perda de foco no curto e médio prazo. A nova companhia deve apresentar um forte fluxo de caixa livre (FCF) em 2025, se o acordo for concluído e o crescimento da produção esperado se tornar realidade”, ponderam Barra e Cardona.
Já a greve do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) é vista como risco potencial para os cronogramas do FPSO Atlanta e o plano de crescimento de Papa Terra, já que ambos os projetos dependem de licenças ambientais.
Às 13h04, as ações da Enauta caem 0,49% nesta sexta. As ações da 3R recuam 1,18%