Os papéis são parte de uma emissão de US$ 500 milhões realizada em 2021, e têm taxa de 3,950% ao ano. A operação de três anos atrás marcou a estreia da empresa de maquininhas no mercado de bonds, e os recursos obtidos com a venda foram utilizados na compra de uma participação de 4,99% no capital do Banco Inter (INBR32).
A Stone se desfez da participação no Inter no ano passado, levantando R$ 218 milhões segundo informou à época. A venda aconteceu após os planos para o investimento não se concretizarem: previa-se que Stone e Inter desenhassem produtos juntos, mas com a crise da área de crédito da companhia em 2021 e a integração da Linx, os planos não foram adiante.
Além da adesão à oferta, a Stone também pediu aos detentores de bonds mudanças na escritura da emissão, com a remoção de eventos que acionam cláusulas de crédito (covenants), além de outras alterações.