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Tempo Real

Dólar hoje: moeda acelera alta com preocupações internas e nos EUA

Na véspera, moeda americana fechou em leve queda, mesmo após falas de Lula sobre metas fiscais

Por Beatriz Rocha

17/07/2024 | 16:38 Atualização: 17/07/2024 | 16:38

Notas de dólar (Foto: Envato Elements)
Notas de dólar (Foto: Envato Elements)

O dólar hoje opera em alta significativa ante o real, enquanto o Ibovespa se mantém no campo positivo. Às 16h15 desta quarta-feira (17), a moeda americana oscila perto das máximas do dia e sobe 1,02% cotada a R$ 5,485. Pesam no mercado de câmbio incertezas sobre a política cambial do Japão e a cautela com o cenário político e econômico dos Estados Unidos, além dos temores em relação ao quadro fiscal brasileiro.

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Ao Broadcast/Estadão, o secretário extraordinário da Reforma Tributária, Bernard Appy, disse que o Ministério da Fazenda não trabalha com prazo para recalcular a alíquota dos tributos sobre o consumo, após a aprovação da regulamentação do sistema na Câmara dos Deputados na última semana. Ele indicou, no entanto, que  foram feitas mais mudanças capazes de aumentar o porcentual.

Já no exterior, o vice-ministro das Finanças para Assuntos Internacionais do Japão, Masato Kanda, alertou nesta quarta-feira que “não há limites” para intervenções no mercado de câmbio, caso o governo considere a oscilação do iene excessiva. Em entrevista ao veículo Kyodo News, o dirigente disse que deve tomar ações apropriadas contra flutuações da moeda lideradas por especulação.

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Nos Estados Unidos, o mercado ficou de olho na divulgação do Livro Bege, documento que descreve a situação econômica norte-americana por meio de entrevistas conduzidas por cada um dos 12 distritos do Federal Reserve (Fed). Para Alexsandro Nishimura, economista e sócio da Nomos, o documento não trouxe muita novidade ao apontar que o emprego aumentou levemente até meados de julho. “A economia manteve ritmo modesto de expansão na maioria dos distritos, com relatos de enfraquecimento do emprego no setor industrial e melhora na oferta de mão de obra”, afirma.

Quem teve grande peso para o mercado americano nesta quarta-feira foi a derrocada das big techs, diante das sinalizações de que os principais candidatos à presidência dos Estados Unidos pretendem pressionar China e Taiwan, estabelecendo restrições comerciais para as exportações de chips aos países asiáticos. Veja mais detalhes sobre a questão nesta matéria.

Na terça-feira (16), a moeda americana chegou a subir com falas do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sobre as metas fiscais, mas depois inverteu o sinal e fechou em leve queda. Em entrevista à TV Record, o líder petista disse que o governo não é obrigado a estabelecer e cumprir metas se houver coisas mais importantes para fazer. “Este país é imenso, é poderoso; o que é pequeno são as mentes dos dirigentes e de alguns especuladores. Este país não tem problema se tiver um déficit zero, 0,1%, 0,2%; o importante é que o país esteja crescendo, a economia esteja crescendo, os salários estejam crescendo”, reforçou.

O que vai acontecer com o dólar neste mês?

O estrategista-chefe da Avenue, William Castro Alves, observa que a economia dos EUA mostrou um crescimento nos primeiros meses do ano, especialmente no primeiro trimestre, o que atraiu investimentos diretos e fortaleceu o dólar.

“Embora sinais de desaceleração tenham surgido em abril e maio, a economia americana ainda avança mais que outras, como a europeia”, afirmou Alves. Esse crescimento superior em relação a outras economias continua a atrair capital estrangeiro para os Estados Unidos. Além disso, o estrategista analisa que a instabilidade geopolítica global também leva investidores a buscar segurança no dólar, considerado uma reserva de valor. Diz ainda que conflitos geopolíticos recorrentes aumentam a demanda por dólares como um meio de proteção.

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Para o sócio da WMS Capital, Marcos Moreira, as medidas e discussões em torno das contas públicas continuarão no radar do mercado financeiro. Ele observa que as recentes declarações do presidente da república, focando mais na arrecadação do que na gestão eficiente das despesas, geram preocupações ao mercado. “Se as medidas fiscais adotadas forem vistas como insuficientes para atingir a meta de zerar o déficit em 2025, isso pode levar a uma desvalorização maior do real frente ao dólar”, afirma.

As decisões de política monetária também são aguardadas pelo economista da XP Investimentos, Rodolfo Margato, especialmente em relação à “Super Quarta”, no final de julho (30 e 31 de julho), quando o Fed nos Estados Unidos e o Comitê de Política Monetária (Copom) no Brasil devem anunciar suas decisões de cortes de juros.

Margato observa que, antes dessas decisões, as sinalizações dos membros dessas instituições serão cuidadosamente monitoradas pelos agentes de mercado, o que também deve influenciar na cotação. “A nossa expectativa é de manutenção dos juros nos Estados Unidos, no intervalo de 5,25% a 5,5%”, diz ele.

No entanto, o economista ressalta que haverá atenção especial ao comunicado que acompanha a decisão do Fed, que pode reconhecer um progresso adicional no processo de desinflação. “Se novos dados de inflação forem benignos, pode haver uma sinalização de início de um ciclo de corte de juros para setembro, embora o cenário base da XP preveja o início desse ciclo apenas em dezembro”, explica Margato.

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Em relação ao real, o analista da Empiricus Research Matheus Spiess diz que o patamar da cotação do dólar em R$ 5,50 parece muito sobrevendido. “Não é que não possa piorar, mas já piorou tanto ao longo dos últimos meses que me parece ser mais um ponto de inversão do que qualquer outra coisa”, diz. Ele acredita que, a menos que o governo brasileiro estoure a corda do fiscal, há sinais positivos no horizonte.

No âmbito doméstico, Spiess vê com bons olhos a manutenção de um tom conservador por parte do BC, o que seria positivo para o real, assim como uma inevitável revisão de gastos pelo governo. “Não acredito que este governo vá estourar a corda a ponto de estressar ainda mais o câmbio”, aposta ele.

Spiess argumenta que, com a queda de juros no exterior e uma pacificação do índice do dólar americano (DXY), indicador que mede o desempenho do dólar em relação a outras moedas estrangeiras, há espaço para que julho possa ser um momento de inversão.

*Com informações do Broadcast

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