O cobre para setembro fechou em baixa de 1,00%, em US$ 4,2365 a libra-peso, na Comex, divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex). Na semana, o metal acumulou queda de 7,76%. Por volta das 14h06 (de Brasília), o cobre para três meses recuava 0,83%, a US$ 9.293,00,00 a tonelada, na London Metal Exchange (LME).
“O Partido Comunista disse que se concentraria no que chamou de crescimento inovador e de alta qualidade na sua Terceira Plenária, o que foi interpretado por alguns como uma vontade de aceitar um ritmo de crescimento mais lento”, avaliaram analistas do Commerzbank em nota.
O Citi passou a realizar lucros em relação à sua recomendação overweight (equivalente à compCra). A unidade de varejo do Citigroup optou por desfazer posições compradas no cobre, “enquanto ainda está significativamente no dinheiro”. O termo “no dinheiro” é usado no mercado de opções para identificar uma situação em que ativo objeto está sendo negociado no mercado à vista a um preço superior ao preço de exercício da opção.
Assim como o cobre, no mesmo horário acima e na LME, a tonelada do estanho caía 1,35%, a US$ 31.150. A do zinco cedia 1,21%, a US$ 2.775,00, enquanto o alumínio recuava 1,36%, a US$ 2.353,00; o chumbo era negociado em baixa de 1,51%, a US$ 2.122,50 e o níquel perdia 1,07%, a US$ 16.250,00. Considerando esse horário, o estanho acumulava queda semanal de 7,21%; zinco recuava 5,77% e o alumínio tinha perda acumulada de 5,41%. O chumbo indicava estabilidade na semana. O alumínio apontava baixa de 3,79%.
Com informações da Dow Jones Newswires