Na semana do dia 23 a 27 de novembro, o Ibovespa saltou 4,27% e encerrou esta sexta-feira (27) aos 110.575,47 pontos. O principal índice da B3 teve alta nos cinco pregões do período, subindo 1,26%, 2,24%, 0,32%, 0,09% e 0,32%, respectivamente.
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Na semana do dia 23 a 27 de novembro, o Ibovespa saltou 4,27% e encerrou esta sexta-feira (27) aos 110.575,47 pontos. O principal índice da B3 teve alta nos cinco pregões do período, subindo 1,26%, 2,24%, 0,32%, 0,09% e 0,32%, respectivamente.
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O movimento fez o IBOV recuperar o patamar dos 110 mil pontos, na quarta-feira (25), o qual não era tocado desde 21 de fevereiro. A valorização ocorreu em linha com a alta das ações ligadas ao mercado de commodities e exportação, o apetite a risco global, gerado avanços nas vacinas contra o coronavírus e pelo início da transição presidencial nos Estados Unidos, e a confiança de investidores na forte demanda da China por minério de ferro.
Nos EUA, Dow Jones, S&P 500 e Nasdaq subiram 0,13%, 0,24% e 0,92%, respectivamente, nesta sexta.
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Apesar do desempenho positivo do IBOV, nem todos os papéis subiram na semana. As três ações que registraram as maiores quedas do Ibovespa foram Pão de Açúcar (PCAR3), Carrefour (CRFB3) e Cogna (COGN3).
Confira o que afetou o desempenho desses três papéis:
Com desvalorização de 4,86%, as ações da empresa tiveram o pior desempenho da semana, cotadas a R$ 69,45. Com mais anúncios sobre avanços em vacina contra a covid-19, o papel acabou cedendo a realização de lucros, assim como o de outras empresas que se beneficiaram com a quarentena e medidas de isolamento.
No mês, as ações da empresa têm valorização de 12,11% e no ano desvalorização de 20,06%.
Com baixa de 4,81%, as ações da empresa tiveram o segundo pior desempenho da semana e encerraram o pregão cotadas a R$ 19,41. O papel da varejista se desvalorizou no contexto de protestos contra o assassinato do soldador negro João Alberto Silveira Freitas, por seguranças de uma unidade do Carrefour, em Porto Alegre.
No mês, as ações da empresa têm valorização de 5,20% e no ano desvalorização de 15,94%.
Com variação negativa de 4,49%, as ações da empresa fecham o top 3 das maiores baixas semanais na B3, cotadas a R$ 4,89. Com a maior queda da quarta-feira (25), o papel sofreu diante da falta de novidades positivas sobre a pandemia de covid-19.
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No mês, os papéis da empresa têm valorização de 13,99% e no ano desvalorização de 57,22%.
*Com Estadão Conteúdo
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