• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Mercado

Como a saída de Biden vai mexer com Bolsa, juros e dólar no Brasil?

Analistas dizem que desistência do candidato Democrata é neutra para o mercado brasileiro

Bruno Andrade é repórter do E-Investidor
Por Bruno Andrade

22/07/2024 | 14:57 Atualização: 22/07/2024 | 14:57

Joe Biden, atual presidente dos EUA, desiste de sua reeleição. (Foto: Agência Brasil)
Joe Biden, atual presidente dos EUA, desiste de sua reeleição. (Foto: Agência Brasil)

O presidente dos Estados Unidos da América (EUA), Joe Biden, desistiu de continuar na corrida à Casa Branca neste domingo (21). A decisão foi tomada após forte pressão da sociedade, tanto por meio da imprensa com editoriais pedindo sua renúncia à reeleição quanto pela perda de apoio de líderes do seu próprio partido, como o de Nancy Pelosi, ex-presidente da Câmara dos Deputados dos EUA e uma figura proeminente no Partido Democrata. Mas, afinal, o que essa mudança pode significar para o investidor brasileiro? A saída de Biden da corrida à Casa Branca pode afetar a Bolsa de Valores, os juros e o dólar no Brasil?

Leia mais:
  • Como empresa de Donald Trump reage à saída de Biden da corrida eleitoral
  • Como o mercado deve reagir após a desistência de Joe Biden à reeleição nos EUA?
  • Como ter renda de R$ 3 mil com dividendos de ações do Ibovespa
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Segundo os analistas, os impactos dessa decisão sobre o dólar são praticamente nulos. Enrico Cozzolino, sócio e head da Levante Investimentos, argumenta que a moeda americana não deve sofrer grandes flutuações em relação ao real. “A desistência de Biden já estava precificada pelo mercado e apenas se confirmou”, explica.

Para Felipe Corleta, sócio da GTF Capital, o dólar pode apresentar grandes flutuações no mercado nesta segunda-feira, mas isso terá mais influência do relatório Bimestral de Receitas e Despesas, que pode oferecer mais clareza sobre o contingenciamento de gastos, do que pela desistência do presidente americano.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

Assim, o especialista afirma que as questões fiscais internas do Brasil é que devem ditar o ritmo do dólar ao longo da semana. “Vejo o dólar à vista no curto prazo entre R$ 5,55 e R$ 5,65. Se as perspectivas fiscais melhorarem, poderia voltar para a faixa dos R$ 5,30 e R$ 5,40”, diz Corleta.

Como a Bolsa de Valores Brasileira será impactada com a saída de Biden?

Na visão dos analistas, os impactos na Bolsa de Valores no Brasil também serão limitados. Enrico Cozzolino, da Levante, explica que o mercado já considerava como quase certa uma vitória de curto prazo de Donald Trump. Portanto, ele acredita que a desistência de Biden pode trazer volatilidade de curto prazo para o Ibovespa, mas que ainda é neutra, pois o mercado continua precificando uma vitória de Trump. “Para os Democratas, a mudança pode representar uma esperança, já que Biden teve um desempenho ruim no primeiro debate”, observa.

Mesmo que a mudança não tenha impacto imediato devido à precificação atual de uma vitória de Trump, os especialistas explicam as expectativas em relação a cada candidato vencedor. Vladimir Feijó, analista político e professor de relações internacionais da Faculdade Arnaldo Janssen, destaca que uma vitória de cada candidato terá impactos diferentes para o Brasil.

Ele lembra que, dado o cenário atual de uma possível vitória de Trump, o mercado está precificando potenciais dificuldades nas relações entre Brasil e EUA, devido às políticas mais protecionistas de Trump. Feijó comenta que durante seu mandato anterior, o ex-presidente americano impôs tarifas ao alumínio brasileiro.

  • Memecoins disparam após Joe Biden desistir de reeleição nos EUA; saiba mais

Em outubro de 2020, Trump taxou as importações de alumínio de 18 países, incluindo o Brasil, resultando em tarifas pagas na época em torno de US$ 2 bilhões. “Essas medidas nos prejudicam e podem afetar as empresas brasileiras após a vitória de Trump”, comenta Feijó. Já no caso de uma vitória Democrata, o especialista comenta que o Brasil também não deve esperar benefícios significativos, pois a manutenção dos Democratas implica apoio à continuação da guerra na Ucrânia, um conflito responsável pela inflação global em alta.

Assim, com o conflito em curso, espera-se que o mundo continue sob pressão inflacionária, o que pode impedir a redução das taxas de juros, impactando a Bolsa de Valores brasileira. “Independentemente do vencedor da eleição, o Brasil enfrenta fatores de risco. Portanto, vejo a questão de forma neutra. O único problema seria uma relação diplomática insatisfatória com os EUA, o que seria prejudicial”, esclarece Feijó.

Publicidade

Enrico Cozzolino, da Levante, argumenta que o Brasil deve manter uma diplomacia neutra e evitar conflitos, independentemente de quem seja eleito nos EUA. “Países emergentes que adotam essa postura geralmente se saem bem. O ideal para o Brasil é manter uma relação multilateral em seus negócios internacionais, negociando tanto com a China quanto com os EUA. Devemos buscar fazer negócios sem depender de um candidato específico A ou B”, diz ele.

Por outro lado, Felipe Corleta acredita que a desistência de Biden pode trazer um certo alívio para o mercado brasileiro, embora seja pequeno. Essa expectativa ocorre porque Trump é protecionista, enquanto um potencial candidato Democrata tende a não impor barreiras protecionistas e adotar uma política econômica externa mais liberal, o que auxiliaria o comércio com o Brasil pela redução das taxas.

Como a saída de Biden pode afetar os juros?

Em relação às taxas de juros, os especialistas comentam que a renúncia de Biden deve causar uma leve estabilidade nos mercados devido à precificação atual que ainda aponta para uma vitória de Trump. Cozzolino menciona que as questões macroeconômicas internas do Brasil, como o quadro fiscal, são muito mais relevantes para o mercado do que a eleição americana.

Ele também sugere que os EUA podem reduzir as taxas de juros na reunião do Federal Reserve em setembro, o que poderia atrair capital para o Brasil devido à diferença nos juros pagos pelos EUA. Isso poderia também aliviar os juros brasileiros se as questões fiscais forem resolvidas, permitindo ao Banco Central do Brasil reduzir as taxas.

Os especialistas enfatizam que essa possibilidade é apenas uma estimativa e que é improvável que a desistência de Joe Biden à presidência dos EUA tenha um impacto direto nas taxas de juros brasileiras. “A desistência é marginalmente positiva para os mercados emergentes, mas Trump continua como favorito. Portanto, os títulos de renda fixa no Brasil devem permanecer estáveis em relação a isso. O impacto de hoje será impulsionado pelo relatório bimestral de Receitas e Despesas”, conclui Corleta.

Publicidade

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Ações
  • Bolsa de valores
  • Conteúdo E-Investidor
  • dólar hoje
  • EUA
  • Ibovespa
  • Internacional
  • Joe Biden
  • taxas de juros
Cotações
28/01/2026 23h41 (delay 15min)
Câmbio
28/01/2026 23h41 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    XP, BTG e Nubank são alvo de ação judicial no caso Master; promotoria vai analisar

  • 2

    Ibovespa hoje renova recorde em dia de decisão de juros no Brasil e nos EUA

  • 3

    Dólar na contramão de ouro, prata e petróleo: o que as cotações indicam ao investidor

  • 4

    Selic a 15%: como investir em juros altos sem travar a carteira no curto prazo

  • 5

    Após sequência de recordes, Ibovespa hoje fecha em leve queda à espera do Copom e Fed

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Pé-de-Meia 2026: veja quem pode receber o benefício
Logo E-Investidor
Pé-de-Meia 2026: veja quem pode receber o benefício
Imagem principal sobre o Saiba como encontrar uma agência do INSS perto de você
Logo E-Investidor
Saiba como encontrar uma agência do INSS perto de você
Imagem principal sobre o Bolsa Família: qual final do NIS recebe hoje (28)?
Logo E-Investidor
Bolsa Família: qual final do NIS recebe hoje (28)?
Imagem principal sobre o Passo a passo para emitir o boleto do IPTU de Goiânia em 2026
Logo E-Investidor
Passo a passo para emitir o boleto do IPTU de Goiânia em 2026
Imagem principal sobre o 5 requisitos para antecipar o saque-aniversário do FGTS
Logo E-Investidor
5 requisitos para antecipar o saque-aniversário do FGTS
Imagem principal sobre o Regra do pedágio no INSS: o que é e como funciona
Logo E-Investidor
Regra do pedágio no INSS: o que é e como funciona
Imagem principal sobre o Pé-de-Meia Licenciaturas 2026: inscrições para estudantes abrem em fevereiro
Logo E-Investidor
Pé-de-Meia Licenciaturas 2026: inscrições para estudantes abrem em fevereiro
Imagem principal sobre o IPTU de Goiânia em 2026: veja onde acessar o boleto
Logo E-Investidor
IPTU de Goiânia em 2026: veja onde acessar o boleto
Últimas: Mercado
Moody’s reafirma rating e perspectiva positiva da nota da Suzano
Mercado
Moody’s reafirma rating e perspectiva positiva da nota da Suzano

A alavancagem recuou do pico de 4,9 vezes no fim de 2024 para 3,9 vezes em setembro de 2025

28/01/2026 | 20h19 | Por Crisley Santana
Ibovespa hoje: Raízen (RAIZ4) salta 20% e fecha acima de R$ 1; Embraer (EMBJ3) tomba
Mercado
Ibovespa hoje: Raízen (RAIZ4) salta 20% e fecha acima de R$ 1; Embraer (EMBJ3) tomba

Nos EUA, o Federal Reserve (Fed) manteve os juros estáveis e Powell não deu sinalizações futuras sobre as taxas

28/01/2026 | 19h06 | Por Beatriz Rocha
Eurasia: Brasil tem ativos cada vez mais valiosos em meio a conflitos geopolíticos entre potências
Mercado
Eurasia: Brasil tem ativos cada vez mais valiosos em meio a conflitos geopolíticos entre potências

Em relatório, consultoria destaca potencial agrícola, fontes de energia limpa, recursos hídricos e terras raras

28/01/2026 | 18h16 | Por Gustavo Nicoletta
Genial reforça compra de Itaú: lucro de R$ 46 bi em 2025 e mais 11% em 2026
Mercado
Genial reforça compra de Itaú: lucro de R$ 46 bi em 2025 e mais 11% em 2026

Rentabilidade elevada, crescimento consistente do crédito e disciplina de capital sustentam recomendação e Top Pick entre bancos

28/01/2026 | 11h42 | Por Isabela Ortiz

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador