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O Bradesco BBI avalia que a operação pode ser positiva para a fabricante de jatos. Os analistas estimam que as cinco unidades potenciais poderiam adicionar US$ 0,13 por American Depositary Receipts (ADRs, recibos que permitem que investidores consigam comprar nos EUA ações de empresas não americanas) da Embraer, incluindo serviços.
Os cinco novos pedidos, assumindo que sejam para as aeronaves E195-E2, poderiam adicionar US$ 430 milhões ao backlog (requisições) da companhia, escreveram os analistas Victor Mizusaki, Andre Ferreira e Gabriel Pinho em relatório. Além disso, elevaria a relação book-to-bill (métrica que mostra a relação entre as vendas (bookings) e as entregas (billings)) da Embraer para 1,5 vez, contra 1,4 vez atualmente.
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Os analistas observam que a Gol (GOLL4) supostamente também estaria em negociações para comprar aeronaves da Embraer. Embora eles esperem que tanto a Gol quanto a Latam mantenham seus modelos de negócios atuais, focando nas rotas mais densas, a nova reforma tributária “pode aumentar os incentivos para as empresas adicionarem mais rotas regionais, o que pode levar a novos pedidos para as aeronaves da Embraer”, eles escreveram.
O banco manteve sua recomendação para os ADRs da Embraer (EMBR3) como outperform (o equivalente a compra) e o preço-alvo em US$ 40, o que representa um potencial de valorização de 31,28% com base no fechamento de terça-feira (30).
*Com informações do Broadcast
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