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Tempo Real

Dólar hoje cai a R$ 5,61 com proposta do Orçamento 2025 e estimativas de inflação e PIB no radar

No mercado internacional, por sua vez, houve calmaria por causa do feriado nos EUA

Por Murilo Melo

02/09/2024 | 17:22 Atualização: 02/09/2024 | 17:25

Foto: Envato Elements
Foto: Envato Elements

O dólar hoje fechou a sessão em queda de 0,36%, cotado a R$ 5,6148. Durante o dia, a moeda americana exibia oscilação entre R$ 5,6403 e R$ 5,6232.

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A volatilidade ocorre no primeiro pregão de setembro, em um dia marcado pelo feriado do Dia do Trabalho nos Estados Unidos, o que reduz os níveis de negociação nos mercados financeiros globais. A ausência de investidores americanos tende a diminuir a liquidez e impacta a volatilidade em diversos ativos.

No cenário doméstico, os investidores no Brasil repercutem a entrevista coletiva do Ministério do Planejamento sobre o projeto de Orçamento de 2025. O projeto pretende arrecadar R$ 166,2 bilhões em receitas extras para alcançar a meta de zerar o déficit primário no próximo ano.

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A maior parte desses recursos virá de iniciativas especiais de renegociação de dívidas empresariais (R$ 30 bilhões) e da reintrodução do voto de desempate a favor do governo no Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf), que é o órgão da Receita responsável por julgar administrativamente as dívidas dos grandes contribuintes (R$ 28,5 bilhões).

Além disso, a atenção do mercado também se voltou à nova edição do Boletim Focus, divulgado pelo Banco Central no início da manhã de hoje. O relatório semanal reúne as expectativas de economistas de mercado para os principais indicadores financeiros, como inflação, taxa de câmbio, crescimento econômico e taxa Selic.

Orçamento de 2025 vai buscar R$ 166,2 bilhões extras para zerar déficit; salário mínimo pode chegar a R$ 1.509

Enviado ao Congresso Nacional na noite de sexta-feira (30), o projeto está sendo detalhado durante uma coletiva de imprensa nesta segunda-feira (2). Como algumas medidas dependem de aprovação legislativa e de negociações para prorrogar a desoneração da folha de pagamento, o governo pode ter que propor ações adicionais se houver frustração na arrecadação.

No que se refere aos gastos, o governo tem a intenção de cortar cerca de R$ 26 bilhões em despesas obrigatórias. Esse plano de revisão foi divulgado na semana passada pelos Ministérios da Fazenda e do Planejamento.

O secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Dario Durigan, participou de uma coletiva de imprensa para explicar a proposta de orçamento da União para 2025, enviada ao Congresso Nacional na última sexta-feira (30).

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Dario Durigan, secretário-executivo do Ministério da Fazenda, detalhou a proposta orçamentária da União para 2025, enviada ao Congresso Nacional na última sexta-feira (30). Foto: Antônio Cruz/Agência Brasil.

Segundo Durigan, o orçamento de 2025 é consistente com os anos anteriores, com o governo focado em corrigir distorções tributárias que favorecem os mais ricos e prejudicam a arrecadação.

Já o salário mínimo deve chegar a R$ 1.509 no próximo ano, representando um aumento de 6,87% em comparação com os atuais R$ 1.412. O Poder Executivo projeta um crescimento de 2,64% para o Produto Interno Bruto (PIB), uma inflação acumulada de 3,3%, e uma taxa de juros média de 9,61% para 2025.

Economistas aumentam previsão da inflação, do PIB e do dólar neste ano

Os economistas consultados pelo Banco Central aumentaram ligeiramente a previsão para a inflação deste ano, de 4,25% para 4,26%, conforme divulgado no Boletim Focus desta segunda-feira (2). Esta é a sétima elevação consecutiva nas expectativas para a inflação.

Para 2025, as projeções de inflação diminuíram de 3,93% para 3,92%. As previsões para 2026 e 2027 permaneceram inalteradas, com o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) estimado em 3,60% e 3,50%, respectivamente.

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Essas expectativas ainda estão distantes do centro da meta de 3% definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) e próximas ao teto de 4,50%.

Quanto ao Produto Interno Bruto (PIB), a previsão para 2024 foi ajustada para cima, de 2,43% para 2,46%, enquanto a de 2025 foi ligeiramente reduzida, de 1,86% para 1,85%. Para 2026 e 2027, o crescimento econômico deve permanecer na faixa de 2%.

As projeções para a cotação do dólar subiram para R$ 5,33 em 2024, R$ 5,28 em 2026 e R$ 5,30 em 2027. Para 2025, a expectativa continua em R$ 5,30.

Por fim, as estimativas para a taxa Selic não mudaram nesta edição do Boletim Focus. A previsão é que os juros fiquem em 10,50% para este ano, e que sejam reduzidos para 10,00% em 2025, 9,50% em 2026 e 9% em 2027.

Mercados dos EUA estão fechados por causa de feriado

Os mercados financeiros nos Estados Unidos estão fechados nesta segunda-feira devido ao feriado nacional do Dia do Trabalho, comemorado anualmente na primeira segunda-feira de setembro. O Dia do Trabalho, conhecido como “Labor Day” nos EUA, marca o fim simbólico do verão e é tradicionalmente um dia de descanso e celebração dos trabalhadores americanos.

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Com o fechamento das bolsas de valores, incluindo a Bolsa de Valores de Nova York (NYSE) e a Nasdaq, não haverá negociações de ações, títulos, ou commodities no país. Esse fechamento oferece aos investidores um breve intervalo antes da retomada das atividades de mercado na terça-feira (3), quando os participantes do mercado estarão atentos a novos dados econômicos e eventos globais que possam influenciar os preços dos ativos e a direção do mercado.

Além disso, o feriado pode influenciar a liquidez e a volatilidade dos mercados internacionais, já que a ausência de investidores americanos pode resultar em volumes de negociação mais baixos fora dos Estados Unidos.

Dólar avança 16,07% ao ano

Na sexta-feira (30), o dólar anotou alta de 0,21%, a R$ 5,6350, no fim do pregão. Os investidores repercutiam o índice de preços das despesas de consumo pessoal (PCE, na sigla em inglês) nos Estados Unidos, que é o indicador de inflação preferido pelo Federal Reserve (Fed, o banco central americano) para orientar suas decisões sobre taxas de juros.

Já no Brasil, na sexta, o Banco Central (BC) anunciou que conseguiu vender US$ 1,5 bilhão em leilão de dólares promovido no mercado de câmbio à vista durante a manhã, marcando a primeira intervenção desse tipo durante o terceiro mandato de Lula na Presidência da República. A medida, tomada em meio a um ambiente de incerteza econômica tanto no Brasil quanto no exterior, visa estabilizar a taxa de câmbio do real frente ao dólar.

Até agora, o dólar tem alta de 2,79% na semana, recuo de 0,38% no mês e avanço de 16,07% no ano.

O que afetou o dólar hoje? Veja em cinco pontos

  • O dólar fechou em queda de 0,33%, cotado a R$ 5,614, após um dia de baixa liquidez devido ao feriado do Dia do Trabalho nos EUA, que reduziu a negociação nos mercados financeiros globais.
  • A proposta de Orçamento de 2025 do governo brasileiro busca arrecadar R$ 166,2 bilhões em receitas extras para zerar o déficit primário, com foco em renegociações de dívidas e ajustes no Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf).
  • A atenção do mercado também esteve voltada para o Boletim Focus, que manteve as expectativas de inflação próximas ao teto da meta do CMN e ajustou as previsões do PIB para 2024 e 2025, mantendo-as acima de 2% para os anos seguintes.
  • O feriado do Dia do Trabalho nos EUA afetou a liquidez dos mercados internacionais, levando a uma menor volatilidade dos ativos financeiros devido à ausência de investidores americanos.
  • O dólar acumulou uma alta de 16,07% ao ano, impulsionado por intervenções do Banco Central no mercado de câmbio e pela reação dos investidores ao índice PCE dos Estados Unidos

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