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A estimativa da instituição considera uma reavaliação parcial para 9 vezes o preço lucro (P/L) justo, um EPS (lucro líquido por ação) CAGR (ou taxa de crescimento anual composto) bottom-up de 12% em dois anos e custo de capital próprio de 14,1%.
Porém, pontua em relatório que vê a situação macroeconômica do Brasil como ligeiramente negativa. Neste sentido, cita preocupações fiscais, perspectivas e incertezas para os próximos movimentos do Banco Central (BC) em relação ao ciclo da taxa Selic em uma flexibilização monetária global.
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“O Ibovespa se destaca em relação a pares latino-americanos pois está negociando a um preço atrativo, com desconto à média em quatro métricas principais: EYG em 6,3%, implicando um padrão de 0,7 acima da média histórica, potencial decente EPS 23-25 de 12%: crescimento em 2024 (quase 10%) e dois dígitos para 2025, com bom impulso de curto prazo após a temporada de balanços do segundo trimestre deste ano, por exemplo”, aponta.
* Com informações do Broadcast
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