• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Colunista

O mercado financeiro depende desta única variável para disparar

Fica claro que o fator chave para destravar o mercado de ações no Brasil é uma questão interna

Por Marco Saravalle

07/10/2024 | 8:09 Atualização: 07/10/2024 | 8:09

Receba esta Coluna no seu e-mail
(Foto: Envato Elements)
(Foto: Envato Elements)

Não há dúvidas de que a atividade econômica tem superado expectativas em 2024. Entre janeiro e julho, o varejo cresceu 5,1%, a indústria 3,2%, e o setor de serviços 1,8% em relação ao mesmo período de 2023. O mercado de trabalho também continua forte. De julho para agosto, a taxa de desemprego caiu de 6,6% para 6,8%, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Além disso, a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) registrou a criação de 232,5 mil empregos formais, superando a projeção do mercado (230 mil vagas).

Leia mais:
  • COE de crédito: “A grande aposta” levanta preocupações
  • Como achar ações baratas com 3 indicadores essenciais
  • OPINIÃO: Klabin (KLBN11) é uma das melhores empresas para você investir para aposentadoria
Cotações
12/02/2026 20h47 (delay 15min)
Câmbio
12/02/2026 20h47 (delay 15min)

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Com esses dados, o Banco Central revisou a previsão de crescimento do PIB para 2024, agora estimado em 3,2%. O relatório Focus projeta 3,0%, e nós, da MSX Invest, estamos com uma previsão de 3,10%. Apesar desse cenário otimista de crescimento econômico, a inflação permaneceu relativamente sob controle. Até agosto, o IPCA acumulou uma alta de 4,24% nos últimos 12 meses, mesmo com a pressão da demanda.

Diante desses números positivos, por que o pessimismo dominou o mercado financeiro em setembro? A taxa de juros pré subiu para 11,88% a.a. de 11,32% a.a., e o índice da Bolsa caiu 3,08% no mês.

Publicidade

O cenário externo não é o culpado. Nos Estados Unidos, a tendência de queda dos juros não exerce pressão sobre a nossa curva de juros, nem sobre o câmbio — na verdade, tem efeito contrário. O problema está dentro de casa: a deterioração quantitativa e qualitativa dos fundamentos fiscais. Segundo o Banco Central, o déficit primário acumulado do setor público chegou a R$ 256 bilhões em 12 meses (2,26% do PIB), e a dívida pública continua a subir, atingindo 78,5% do PIB em agosto.

Além dos números preocupantes, há uma piora qualitativa. O governo deixou de contabilizar R$ 40 bilhões em despesas com a tragédia no Rio Grande do Sul e com decisões judiciais. Ao mesmo tempo, o aumento dos gastos públicos, incluindo o uso de fundos estatais que não entram no resultado primário, preocupa o mercado financeiro.

Para os investidores, a expansão fiscal pode neutralizar os ganhos da atividade econômica, levando a juros mais altos e expectativas de inflação piores. Esse aumento do gasto público também ameaça trazer pressão inflacionária, apesar de uma política monetária mais restritiva.

Fica claro que o fator chave para destravar o mercado de ações no Brasil é interno — a questão fiscal. O ambiente externo, por sua vez, segue favorável, com exceção das tensões geopolíticas no Oriente Médio, que podem aumentar os preços do petróleo. Nos EUA, o cenário de “soft landing” (desaceleração econômica suave) parece cada vez mais provável em relação ao “hard landing” (recessão). A economia americana e o mercado de trabalho permanecem relativamente aquecidos, e a inflação (CPI e PCE) está em trajetória de queda, abrindo espaço para o Fed reduzir as taxas de juros.

Publicidade

A redução dos juros nos EUA deve beneficiar o Brasil, atraindo capital para economias emergentes em busca de melhores retornos. O pacote de estímulos da China também é um ponto positivo, impulsionando a demanda por commodities e favorecendo o Brasil.

Se conseguirmos ajustar o lado fiscal, adotando medidas para controlar o gasto público estrutural, poderemos capitalizar os efeitos positivos do estímulo econômico chinês e da queda dos juros nos EUA, com impactos extremamente favoráveis para o mercado de ações, câmbio e juros no Brasil.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Banco Central
  • Economia
  • Emprego
  • EUA
  • governo federal
  • mercado de trabalho
  • Mercado financeiro
  • Taxa de juros

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Ibovespa hoje renova recorde histórico após payroll nos EUA e falas de Galípolo

  • 2

    IPCA de janeiro reforça cenário para corte maior da Selic; veja o impacto nos investimentos

  • 3

    Ouro e dividendos: ainda faz sentido investir no metal em 2026?

  • 4

    O que o payroll de janeiro nos EUA diz sobre o futuro do dólar no Brasil após 130 mil vagas

  • 5

    Lucro da BB Seguridade cresce, mas não anima; Genial rebaixa recomendação e Citi e BBA projetam 2026 desafiador

Publicidade

Quer ler as Colunas de Marco Saravalle em primeira mão? Cadastre-se e receba na sua caixa de entrada

Ao fornecer meu dados, declaro estar de acordo com a Política de Privacidade e os Termos de Uso do Estadão E-investidor.

Cadastre-se e receba Coluna por e-mail

Ao fornecer meu dados, declaro estar de acordo com a Política de Privacidade e os Termos de Uso do Estadão E-investidor.

Inscrição feita com sucesso

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Bolsa Família 2026: como é feito o pagamento para quem não tem conta na Caixa?
Logo E-Investidor
Bolsa Família 2026: como é feito o pagamento para quem não tem conta na Caixa?
Imagem principal sobre o Bolsa Família 2026: como será feito o pagamento mensal do benefício?
Logo E-Investidor
Bolsa Família 2026: como será feito o pagamento mensal do benefício?
Imagem principal sobre o Bolsa Família: o que é o Benefício de Renda de Cidadania (BRC)?
Logo E-Investidor
Bolsa Família: o que é o Benefício de Renda de Cidadania (BRC)?
Imagem principal sobre o 3 dicas para viajar nos feriados
Logo E-Investidor
3 dicas para viajar nos feriados
Imagem principal sobre o Abono PIS/Pasep: como são os pagamentos para trabalhadores da União?
Logo E-Investidor
Abono PIS/Pasep: como são os pagamentos para trabalhadores da União?
Imagem principal sobre o Abono PIS/Pasep: como são os pagamento pela Caixa Econômica Federal?
Logo E-Investidor
Abono PIS/Pasep: como são os pagamento pela Caixa Econômica Federal?
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: entenda a isenção no contracheque
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: entenda a isenção no contracheque
Imagem principal sobre o Aposentados INSS 2026: os pagamentos de fevereiro já começaram?
Logo E-Investidor
Aposentados INSS 2026: os pagamentos de fevereiro já começaram?
Últimas: Colunas
Quatro gigantes, R$ 216 bilhões e um ano fora da curva: o que os dividendos dos bancos ensinam ao investidor
Einar Rivero
Quatro gigantes, R$ 216 bilhões e um ano fora da curva: o que os dividendos dos bancos ensinam ao investidor

Os quatro bancos desembolsaram R$ 78,6 bilhões apenas em 2025, o equivalente a 36,3% de tudo o que foi pago em cinco anos

12/02/2026 | 16h09 | Por Einar Rivero
OPINIÃO. O investidor quer lucrar como rico, mas perder como pobre
Fabrizio Gueratto
OPINIÃO. O investidor quer lucrar como rico, mas perder como pobre

Investidor busca ganhos elevados, mas rejeita a volatilidade e o risco que acompanham retornos acima da média, repetindo erros que minam a própria performance

12/02/2026 | 14h44 | Por Fabrizio Gueratto
Queda estrutural da inflação vai precisar de alguns anos de atingimento da nova meta
Marcelo Toledo
Queda estrutural da inflação vai precisar de alguns anos de atingimento da nova meta

Queda do IPCA abre espaço para cortes na Selic, mas desafios estruturais seguem no radar

11/02/2026 | 16h25 | Por Marcelo Toledo
Thiago de Aragão: O ponto cego do mercado de títulos do Tesouro dos EUA
Thiago de Aragão
Thiago de Aragão: O ponto cego do mercado de títulos do Tesouro dos EUA

A operação de basis sustenta a liquidez dos Treasuries, mas alavancagem elevada e novas regras podem virar risco sistêmico

11/02/2026 | 14h23 | Por Thiago de Aragão

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador