Lá fora, a criação de empregos no setor privado americano (ADP) veio acima do esperado, levando à alta dos juros curtos das Treasuries nos EUA; o que também ajuda a pressionar o câmbio. Internamente, no entanto, é o risco fiscal que está levando à desvalorização do real.
Como mostramos aqui, investidores aguardam com ceticismo o anúncio de um pacote de medidas voltadas ao corte de gastos por parte do governo, para equilibrar as contas públicas e viabilizar as metas de resultado primário estabelecidas pelo arcabouço fiscal. Enquanto isso não acontece, a Bolsa, o câmbio e a curva de juros brasileira têm sido penalizados.
Às 12h27, o dólar à vista tinha alta de 0,21% frente ao real, cotado a R$ 5,7718.