O cobre para dezembro fechou em queda de 2,17%, a US$ 4,1365, a libra-peso, na Comex, divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex). E o cobre para três meses era negociado em baixa de 1,94%, a US$ 9.119,00 a tonelada, na London Metal Exchange (LME), por volta das 15h (de Brasília).
A valorização do dólar, que leva o Índice DXY à casa de 106 pontos, segue pressionando diversas moedas fortes, incluindo a libra e o euro, em meio à reação aos prognósticos sobre o impacto do governo de Trump, que promete uma política comercial dura. Hoje, o euro tocou a mínima desde novembro de 2023.
Relatos de um forte aumento na capacidade de fundição chinesa também estão pesando sobre os preços do cobre, afirma o Commerzbank. Nos primeiros nove meses de 2024, a produção de cobre refinado aumentou 5% em relação ao ano anterior, indica o banco alemão. A China expandiu significativamente a capacidade de fundição nos últimos anos e é agora responsável por metade do fornecimento global de cobre refinado, pontua.
No mesmo horário, a tonelada do alumínio caía 0,43%, a US$ 2.561,00. A do estanho cedia 3,28%, a US$ 30.180,00. A do zinco tinha queda de 1,21%, a US$ 2.944,00. A tonelada do chumbo subia 0,25% a US$ 2.028,50. E o níquel caía 0,87%, a US$ 15.930,00.