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Você já ouviu falar em “dividendos de memória”?

Na construção de patrimônio, é preciso tomar cuidado para não focar somente em outros tipos de proventos

Por Luciana Seabra

18/11/2024 | 8:04 Atualização: 18/11/2024 | 8:04

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(Foto: Envato Elements)
(Foto: Envato Elements)

Estou prestes a embarcar para uma viagem há muito tempo planejada por algumas cidades da Índia. O frio na barriga que precede uma aventura como essa, de sair da zona de conforto e conhecer uma cultura completamente diferente, é uma das sensações que mais amo na vida. Só por isso já valeria a pena, mas cada vez mais tenho acessado argumentos racionais para fazê-lo – que podem ajudar se você ainda associar esse tipo de prazer à culpa, gasto desnecessário ou algo do tipo, que afetam os “dividendos de memória“.

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Se é o seu caso ou conhece alguém assim, já coloque aí na lista para o Papai Noel (sim, já está chegando!), o livro “Morra sem Nada”, de Bill Perkins, traduzido para o português neste ano pela Intrínseca.

Perkins, gestor de recursos americano, traz o conceito muito interessante de “dividendos de memória”, em paralelo ao de dividendos pagos pelas ações. Enquanto acumular proventos de empresas listadas em Bolsa é visto como uma grande virtude, nem todo mundo desperta para o valor dos tais dividendos de memória.

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É claro que postergar gratificações em algum grau é necessário, escreve Perkins, mas algumas pessoas fazem isso por tempo demais ou indefinidamente, guardando dinheiro para experiências que nunca vão aproveitar, pondera. “Viver como se sua vida fosse infinita é o oposto de ter olhar de longo prazo: é ser terrivelmente míope” – conclui.

Eu, que lido com investidores todos os dias, vejo com frequência esse tipo de comportamento. E muito se condena a pessoa que gasta demais – que está errada também, diga-se de passagem, porque o futuro chega e ninguém gosta de ser dependente – mas pouco se fala da que se esquece de aproveitar a vida, acumulando como se o objetivo fosse um dia mergulhar na piscina de moedinhas do Tio Patinhas.

O que Perkins sugere é que, quando você tem uma experiência interessante como uma viagem, ela traz a você não somente o prazer momentâneo, como também gera memórias que vão durar a vida toda. Ao longo do tempo, escreve, o dividendo de memória pode algumas vezes trazer mais pontos do que a experiência original proporcionou.

Estou certa de que você consegue se lembrar de situações assim. Neste ano, por exemplo, fui com minha sobrinha à Amazônia, era um sonho dela. Inebriadas por um tambaqui compartilhado na praça do Teatro Amazonas, em Manaus (no maravilhoso restaurante Tambaqui de Banda, anota aí), decidimos que nosso brinde a partir daí seria “tambaqui” e não “tim-tim”.

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Uma bobeira? Talvez, mas a perenização de um lindo dividendo de memória. E é claro que o prato de tambaqui também virou figurinha no Whatsapp para reagir a coisas felizes – que sempre garante umas boas gargalhadas.

O famoso curso da ciência do bem-estar, o mais disputado da Universidade Yale, vai na mesma linha. Uma série de estudos ali apresentados provam que, ao perseguir felicidade, você acerta mais quando opta por experiências do que quando compra bens. E quem não quer ser feliz? Como se ser feliz não bastasse, acumular dividendos de memória também é um caminho para se relacionar melhor.

Em um dos estudos citados no curso, o pesquisador Van Boven compara o impacto de uma pessoa que fala sobre bens comprados com o de uma que conta de experiências em uma roda de amigos. Às que tratam de aquisições materiais, as pessoas do entorno atribuem adjetivos como autocentrado, inseguro, materialista, preocupado com aparência.

Por sua vez, as que contam de experiências recebem com mais frequência rótulos como amigável, mente aberta, inteligente, aventureiro, otimista e fácil de lidar. Ou seja, se você precisa de uma justificativa adicional à sua própria felicidade pra embasar o acúmulo de dividendos de memória, diga que vai sair de férias para melhorar sua capacidade de fazer “networking”. E aí? Já planejou a próxima experiência?

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