Roberto Campos Neto, presidente do Banco Central, não acha que a realidade fiscal no Brasil seja um “desastre iminente”. Para o executivo, ainda é possível que o Governo faça “correções de rota” – mas essas correções devem vir via cortes de gastos, em vez de aumento das receitas. Uma das grandes críticas ao arcabouço fiscal, por exemplo, é justamente a dependência do aumento de arrecadação.