Em fato relevante enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a empresa explica que o acordo, que ainda requer o processamento junto as autoridades, tem como objetivo equacionar débitos fiscais da companhia e suas subsidiárias, abrangendo tributos de natureza previdenciária, não previdenciária e outras obrigações tributárias.
“A celebração deste acordo reflete o compromisso em manter a regularidade fiscal e em buscar soluções estruturadas para superar desafios econômicos e financeiros, alinhando-se aos melhores interesses de seus stakeholders”, afirma a empresa.
A aérea destaca ainda que a referida transação não impacta a dívida líquida financeira; e é contemplado pelo Acordo de Apoio ao Plano (PSA), que prevê, entre outros aspectos a conversão de parcela significativa da dívida e outras obrigações da Gol em capital.
“Conforme previamente divulgado, espera-se que tal conversão, estruturada para refletir o valor econômico das ações da Gol, nos termos da legislação aplicável, resulte em uma diluição significativa das ações atualmente existentes”, lembra.
A Gol (GOLL4) destaca que no acumulado do ano até setembro reportou um endividamento líquido total de R$ 27,6 bilhões, prejuízo líquido de R$ 830 milhões no trimestre e Ebitda de R$ 3,75 bilhões no acumulado dos últimos 12 meses.