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Com base no fechamento do mercado da quarta (13), o potencial de valorização dos ativos é de 17,14% e 17,29%, respectivamente.
Desde segunda (11), a PETR3 cai 4,51% e a PETR4 4,47% em decorrência de duas notícias negativas. A primeira delas é que a Associação Brasileira dos Importadores Independentes de Combustíveis (ABICOM) entrou com uma reclamação no CADE alegando que a Petrobras estaria praticando preços predatórios de combustíveis nas refinarias, abaixo dos níveis de paridade de importação.
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A segunda é sobre a potencial greve de caminhoneiros no dia 1º de fevereiro anunciada pela Associação Nacional do Transporte Autônomo do Brasil (ANBT). A entidade afirma que a paralisação deste ano poderá ser maior que a de 2018, sendo motivada pelos preços do diesel, valor mínimo do frete – que está em análise no Supremo – e outros compromissos firmados pelo governo no passado.
Apesar deste cenário, a XP afirma que questiona a real capacidade da ANBT de convocar uma grande greve dos caminhoneiros e que embora os preços da gasolina e diesel da Petrobras estejam abaixo das referências internacionais desde 7 de janeiro, este não é um período significativo para formar conclusões sobre a política de preços da companhia.
“Embora continuaremos monitorando cuidadosamente os desenvolvimentos, acreditamos que o mercado pode ter reagido de forma exagerada às notícias acima mencionadas”, afirmam Gabriel Francisco e Maira Maldonado, analistas da XP Investimentos.
A Petrobras (PETR3 e PETR4) têm desvalorização de 3,18%, a R$ 28,91, e 3,50%, a R$ 28,42, até às 12h desta sexta-feira (15) – o Ibovespa cai 1,83%, aos 121.214,88 pontos, até o momento. Em janeiro, as ações têm alta de 0,21% e 0,28%.
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