Embora os esperados estímulos fiscais dependam ainda de aprovação no legislativo, como o partido governista possui maioria no Congresso, a expectativa é grande por estímulos adicionais.
No Brasil, apesar do bom humor externo, o dia foi de queda para o Ibovespa, pressionado pela persistente preocupação com o cenário fiscal e em meio às dúvidas sobre o ritmo de avanço da vacinação no país. Novos rumores sobre aprovação de auxilio emergencial acabaram sustentando a alta de algumas ações de varejo, mas a preocupação com o fiscal acabou pesando nos demais setores da bolsa.
No fim, o índice tinha queda de 0,82%, aos 119.646 pontos e giro financeiro de R$ 32,1 bilhões. No câmbio, o dólar seguiu trajetória externa e fechou em baixa de 0,6%, aos R$ 5,31. Na curva de juros, o dia foi de poucos ajustes antes da decisão do COPOM, que após o fechamento confirmou as expectativas e anunciou a manutenção da Selic em 2%.