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Investimentos

Os fundos multimercados que conseguiram sobreviver ao banho de sangue de 2024

Valorização do ouro em dólar impulsionou resultados dessa classe de ativos; veja a lista

Por Leo Guimarães

02/01/2025 | 18:02 Atualização: 02/01/2025 | 18:25

Fundos multimercado registraram uma saída líquida de R$ 359,2 bilhões, segundo Anbima. Foto: AdobeStock
Fundos multimercado registraram uma saída líquida de R$ 359,2 bilhões, segundo Anbima. Foto: AdobeStock

Em um ano em que os fundos multimercados registraram uma saída líquida de R$ 359,2 bilhões, segundo a Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima), algumas dessas carteiras sobreviveram ao banho de sangue de 2024. Quem se manteve investido conseguiu bons retornos. Pelo menos quatro deles entregaram rendimentos acima de 50% no período. Apenas 32 superaram o CDI, que fechou em 12,15% no ano.

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Em comum, os melhores fundos multimercado de 2024 foram aqueles de gestão passiva e de características defensivas, focados em ouro, dólar e bitcoin. Um reflexo do momento atual da economia brasileira e mundial, que enfrentam problemas fiscais que foram agravados pelo afrouxamento fiscal no combate à Covid, gerando pressão inflacionária no pós-pandemia.

No levantamento realizado pela Economatica, a pedido do E-Investidor, o melhor desempenho ficou com o fundo Trend Ouro Dólar, da XP Asset, com retorno de 60% no ano. Foi seguido por dois produtos do BTG, o Pactual Reference Ouro, com 59,77% e o Pactual Reference Semicondutores (54,36%). Completa a lista daqueles que entregaram mais de 50% no ano, o Nikos Ouro, com 54,36% de desempenho.

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Do ranking foram excluídos os fundos multimercados ligados ao mercado de criptoativos. Com o bitcoin batendo os US$ 100 mil em 2024, nenhum outro investimento teve uma valorização comparável a 200% de valorização, percentual próximo dos melhores fundos ligados ao mundo cripto.

A lista incluiu fundos abertos com alocação inferior a 50% na mesma gestora, com valores mínimos de entrada de R$ 100.

Os melhores estavam em ouro e dólar

Danilo Gabriel gestor do Trend Ouro Dólar, dono da melhor performance do ano, explica que esse é um dos três fundos da XP Asset voltados para o mercado de ouro, sendo que um deles exclui a posição cambial e o outro o é o ETF listado, GOLD11. "Nosso Trend Ouro Dólar é um fundo indexado (gestão passiva) que aloca 100% no fator de risco do ouro e na variação cambial do dólar. Essa estrutura explica a performance, com retornos de 60%, sendo a rentabilidade quase igualmente dividida entre o desempenho do ouro e do dólar", diz.

Segundo dados publicados na Comissão de Valores Mobiliários (CVM), este fundo tem uma rentabilidade de quase 90% em cinco anos, com performances negativas em 2022 e 2023 e bom desempenho em 2020, ano da Covid, com 49,34% de valorização.

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A alta volatilidade, explica Gabriel, é característica do produto, que trabalha com componentes anticíclicos, "oferecendo proteção em momentos de volatilidade". "O ouro manteve uma performance positiva, reforçando seu papel como reserva de valor. O dólar, em um cenário de instabilidade local, também se mostrou eficaz como proteção", comentou. Um investimento anticíclico é aquele que tende a se valorizar em momentos de crise, quando outras aplicações, como ações, sofrem desvalorização.

A boa performance fez o fundo praticamente duplicar o seu patrimônio líquido, fechando o ano com R$ 224 milhões. Fez também aumentar em 50% o número de cotistas, hoje em mais de 18 mil CPFs. "O investidor tende a considerar a performance passada como um dos principais fatores de decisão, mas a busca por ativos anticíclicos também tem se destacado, refletindo no crescente número de cotistas", comenta Gabriel.

Volatilidade e exposição a derivativos

Outro fundo que ganhou visibilidade este ano foi o Nikos Ouro, pioneiro nos investimentos do metal precioso. Iniciou a estratégia em 2013 e ganhou destaque expressivo entre 2019 e 2020, no auge da pandemia. Em maio de 2020, o fundo triplicou de tamanho, saltando de R$ 150 milhões para R$ 420 milhões, consolidando-se como o maior fundo de ouro do mercado, distribuído em mais de 10 plataformas. A Nikos é uma gestora e corretora independente, derivada da Órama.

Assim como o produto da XP Asset, o time da  Nikos utiliza os derivativos como estratégia para fazer o casamento de investir no ouro em dólar. A ideia é superar as limitações regulatórias para aplicar 100% no mercado internacional, através de operações de swap. Essas transações são realizadas com tesourarias brasileiras, em que o fundo recebe a remuneração do ouro na ponta ativa e paga o custo do dinheiro em CDI na ponta passiva.

Na prática, essa estrutura permite ao fundo obter exposição ao ouro indiretamente, utilizando o CDI como custo de financiamento, sem a necessidade de adquirir fisicamente o metal. "Como o swap é um derivativo, a gente não precisa pagar efetivamente nada, só precisa alocar margem", detalha Mateus Bartolomeu, gestor da Nikos Investimentos.

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Esse fundo apresenta uma performance muito parecida com o produto da XP nos últimos cinco anos, também entregando quase 90% no período e com grande destaque em 2020, quando performou 49,3% de rentabilidade.

Ouro como proteção

Bartolomeu conta que um estudo de sua gestora aponta o ouro como uma proteção ideal para carteiras de ações, recomendando uma alocação de 5% a 10% do portfólio. Em momentos de incerteza, como crises ou pandemia, o caráter de reserva de valor do metal precioso atrai investidores. "Como o nosso fundo rende o ouro mais o dólar, ele também tem o benefício de capturar a variação do câmbio", lembra o gestor.

Em 2024 o dólar registrou uma variação positiva de 26%, fechando cotado a R$ 6,18. O ouro valorizou 28% no ano, mas no Brasil, com a alta do dólar, o efeito foi maior, na casa dos 60%, impulsionada pela desvalorização do real, com o metal iniciando o ano na casa dos R$ 320 e fechando 2014 sendo negociado a R$ 520.

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