O volume representa uma alta real (descontada a inflação) de 7,78% na comparação com o resultado de dezembro de 2023. Além disso, de acordo com a Receita Federal, o resultado de dezembro de 2024, em termos reais, é o melhor para o mês na série histórica, iniciada em 1995. Para André Galhardo, consultor econômico da plataforma de transferência internacional, cartão e conta global Remessa Online, os números ajudam a minimizar a percepção de risco do mercado sobre as contas públicas.
“Embora tenhamos esses desafios internacionais ligados a DeepSeek, algumas questões domésticas podem amparar mais movimentos de alta do real nesta terça-feira (28)”, afirmou Galhardo. Na sessão de ontem, o dólar fechou com uma baixa de 0,09% frente ao real, a R$ 5,9133. Esse foi o sexto pregão seguido de desvalorização. Veja mais nesta reportagem.
Para o restante do dia, as reuniões de política monetária no Brasil e nos Estados Unidos, que começam hoje e encerram na quarta-feira (28), continuam no radar dos investidores. Por aqui, o Comitê de Política Monetária (Copom) deve elevar a Selic em um ponto percentual, para 13,25%, como já havia sinalizado no encontro anterior. Lá fora, a expectativa é que o Federal Reserve (Fed), o BC americano, mantenha a taxa de juros inalterada.
Com informações do Broadcast