Em relatório, os analistas Flavio Yoshida, Mirela Oliveira e Gustavo Tiseo dizem esperar resultados sólidos para a Rede D’Or, com avanço dos leitos operacionais para 170, ante 161 e 162 leitos no segundo e terceiro trimestre, respectivamente, o que significará mais 400 leitos operacionais ao final do ano. Além disso, a sinistralidade (MLR) dos planos de saúde da SulAmérica deve recuar 300 pontos base sobre o terceiro trimestre e em 600 pb sobre o quarto trimestre de 2023.
O mesmo é esperado para Hapvida. O BofA acredita que o MLR melhore 300 pb na comparação trimestral, uma vez que os depósitos judiciais se estabilizam ou diminuem em razão do recesso judiciário de fim de ano e frente a uma base de beneficiários estável.
Para o Fleury (FLRY3), a expectativa dos analistas é de crescimento de 8% das receitas sobre o quarto trimestre de 2023, que é uma base fraca de comparação. Porém, o aumento de despesas deve pesar nas margens, evitando qualquer expansão.
Já para as empresas em processos de recuperação como Dasa, Oncoclínicas e Viveo, o Bofa acredita que devem aparecer os primeiros sinais de reação. Nos últimos anos, as empresas registraram queima frequente de caixa, motivada pela alta alavancagem e deterioração operacional, o que as levou a se concentrarem em processos de turnaround, buscando maior eficiência.
“Esperamos ver os primeiros sinais de melhorias operacionais. Vemos Dasa, Oncoclínicas e Viveo gerando caixa”, escrevem, sendo que no caso de Dasa seria o segundo trimestre consecutivo.