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Dólar hoje fecha em alta com tarifas recíprocas de Trump e queda das commodities

Petróleo e minério de ferro têm queda no exterior, o que impacta o real; investidores aguardam novas tarifas nos EUA

Por Luíza Lanza

13/02/2025 | 9:28 Atualização: 13/02/2025 | 17:45

Veja detalhes sobre a operação e cotação do dólar hoje. (Foto: Adobe Stock)
Veja detalhes sobre a operação e cotação do dólar hoje. (Foto: Adobe Stock)

A cotação do dólar hoje fechou esta quinta-feira (13) com alta de 0,10%, a R$ 5,7689. Depois de três pregões seguidos de queda, o mercado de câmbio passou por um dia de correções graças a diferentes fatores. A queda das commodities jogou contra o real, enquanto investidores aguardavam a oficialização de “tarifas recíprocas” prometidas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Produtos de exportação do Brasil, a carne e o etanol foram citados como exemplos de disparidade, como mostra esta reportagem.

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Lá fora, os contratos futuros de petróleo chegaram a cair mais de 1% pela manhã, mas fecharam em baixa de 0,11% (WTI) e 0,21% (Brent). Já o minério de ferro cedeu 1,5%. No início da manhã, o dólar à vista superou os R$ 5,81. Na parte da tarde, a moeda americana reduziu os ganhos após informações de que o presidente dos EUA, Donald Trump, adotará tarifas recíprocas a partir de 2 de abril.

Trump afirmou que aplicação de tarifas recíprocas não terá impacto no sentido de aumentar a inflação no país. “O que vai subir é o emprego”, disse Trump, em coletiva concedida na Casa Branca após assinar um memorando orientando secretários a detalharem propostas tarifárias para cada um dos países que cobram tarifas “injustamente” dos EUA.

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“A cotação do dólar foi sustentada pela expectativa do mercado em relação a novas tarifas recíprocas do presidente Donald Trump, que, no entanto, não deverão entrar em vigor tão cedo, aliviando a pressão sobre a moeda”, diz Danilo Igliori, economista-chefe da Nomad. “Já a queda no preço do petróleo diminuiu após a Agência Internacional de Energia (AIE) revisar levemente suas estimativas de demanda global.”

Em memorando assinado sobre tarifas recíprocas e obtido pelo Broadcast, o presidente orienta o secretário de Comércio, Howard Lutnick, e o indicado ao representante comercial dos EUA, Jamieson Greer, entre outros, para que possam enviar “rapidamente” um relatório detalhando suas propostas para cada país. De acordo com um assessor que participou da coletiva desta tarde na Casa Branca, a potencial data de implementação das tarifas recíprocas será 1 de abril, mas isso dependerá da decisão de Trump.

Trump afirmou que as medidas levarão em conta o imposto sobre valor agregado, “que é muito mais punitivo do que uma tarifa”. “Não será aceito o envio de mercadorias, produtos ou qualquer coisa com qualquer outro nome através de outro país, com o propósito de prejudicar injustamente os EUA”, disse no registro. “Além disso, providenciaremos subsídios fornecidos pelos países para tirar vantagem econômica dos EUA”, afirmou.

Da mesma forma, serão tomadas disposições para tarifas não monetárias e barreiras comerciais que alguns países cobram para manter o produto americano fora do seu domínio ou, se não permitirem sequer que empresas dos EUA operem. “Somos capazes de determinar com precisão o custo destas barreiras comerciais não monetárias”, afirmou. “É justo para todos, nenhum outro país pode se queixar e, em alguns casos, se um país sentir que os Estados Unidos estariam a aplicar uma tarifa demasiado elevada, tudo o que tem de fazer é reduzir ou rescindir a sua tarifa contra nós”, afirmou.

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Também no radar dos investidores do dólar, as vendas do comércio varejista caíram 0,1% em dezembro de 2024 em relação a novembro, de acordo com o IBGE, alinhando-se à mediana das estimativas dos analistas. Na comparação com dezembro de 2023, as vendas tiveram alta de 2%. No acumulado de 2024, o crescimento foi de 4,7% no varejo restrito. No varejo ampliado (que inclui material de construção, veículos e atacado alimentício), as vendas caíram 1,1% em dezembro em relação a novembro, contrariando as expectativas de alta. Comparado a dezembro de 2023, as vendas do varejo ampliado subiram 1,4%, e no ano, o crescimento foi de 4,1%.

(com informações do Broadcast)

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