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Juros fecham em queda com dados do varejo fraco e tarifas de Trump no radar

Taxas engataram o recuo a partir da tarde, após passarem a sessão oscilando entre viés de baixa e estabilidade

Por Denise Abarca

13/02/2025 | 18:50 Atualização: 13/02/2025 | 18:50

Juros (Foto: Adobe Stock)
Juros (Foto: Adobe Stock)

Os juros futuros de longo prazo engataram recuo consistente a partir do meio da tarde desta quinta-feira (13), após passarem a sessão oscilando entre viés de baixa e estabilidade. As taxas longas firmaram sinal de queda acompanhando o recuo maior das taxas dos títulos de renda fixa de dívida pública do governo norte-americano (Treasuries), movimento relacionado, por sua vez, ao anúncio da reciprocidade na aplicação de tarifas pelo presidente dos EUA, Donald Trump, que se mostrou menos danoso do que o esperado. Já nos prazos curtos e intermediários, a percepção de enfraquecimento da economia via retração das vendas no varejo manteve as taxas em baixa desde a abertura.

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Com a nova onda de alívio nesta sessão, a curva toda fechou abaixo da marca de 15%. A taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2026 encerrou em 14,82%, de 14,89% ontem no ajuste, e o DI para janeiro de 2027 passou de 15,05% para 14,93%. A taxa do DI para janeiro de 2029 terminou a 14,78%, de 14,91%.

A expectativa de Trump de anunciar a reciprocidade das tarifas ainda hoje manteve o mercado em suspense durante o dia. A pressão de alta vista no dólar era abafada no DI pelo alívio dos yields dos títulos do Tesouro dos EUA, segurando as taxas longas perto dos ajustes.

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No fim da tarde, Trump assinou o memorando com as medidas. Houve alívio com o fato de que a reciprocidade não será aplicada de forma linear, mas segmentada por produto, incluindo veículos, chips e produtos farmacêuticos, o que reduz o eventual impacto sobre a balança comercial brasileira, ainda que Trump tenha citado o etanol brasileiro como exemplo de falta de tratamento recíproco aos EUA. Outra boa notícia é de que vão vigorar a partir de 1º de abril, dando tempo para que os países definam suas estratégias de negociação.

Os retornos dos Treasuries ampliaram então a queda. No fim da tarde, a T-Note, que ontem rompeu 4,60%, estava em 4,52%. O dólar desacelerou a alta ante o real e fechou nos R$ 5,7689 no segmento à vista.

O fator interno teve papel importante para a dinâmica das taxas curtas, segundo profissionais da renda fixa. A Pesquisa Mensal de Comércio (PMC) de dezembro mostrou retração de 0,1% das vendas na margem no conceito restrito, em linha com a mediana estimada. Já a queda de 1,1% das vendas no conceito ampliado contrariou em larga escala o consenso dos analistas de aumento de 0,1%, tendo chamado a atenção o desempenho ruim de setores ligados ao crédito, como veículos (-0,8%), afetados pelos juro elevados. Em 2024, as vendas tiveram altas de 4,7% (restrito) e 4,1% (ampliado), respectivamente.

O resultado do varejo em dezembro, somado ao recuo dos serviços e da indústria, corrobora a percepção de desaceleração econômica desde o fim do ano passado, o que pode enxugar o orçamento total de altas da Selic. Por isso, a precificação de Selic terminal vem caindo nos últimos dias. Depois de começar a semana pouco acima de 15,75%, nesta tarde estava em 15,50%, segundo o economista-chefe do Bmg, Flávio Serrano.

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