

A curva de inclinação nesta manhã, com maior avanço dos juros longos, após vários indicadores, além de dólar hoje e taxas dos Treasuries (títulos da dívida estadunidense) em alta.
A taxa de desemprego no Brasil ficou em 6,5% no trimestre encerrado em janeiro segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, levemente abaixo da mediana estimada (6,6%), o menor índice para um trimestre encerrado em janeiro desde 2014.
Dados do mercado de trabalho mais fortes, como ontem com o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), mostram uma economia ainda aquecida, apesar de indicadores de atividade recentes mais fracos.
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O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) de fevereiro subiu mais que a mediana das projeções, os índices de confiança do comércio e serviços pioraram. Por outro lado, o déficit em conta corrente em janeiro foi menor do que o estimado e os Investimentos Diretos no País (IDP) superaram as previsões.
Às 9h21, os juros de depósito interfinanceiro (DI) para janeiro de 2026 subia a 14,780%, de 14,744% no ajuste anterior. O DI para janeiro de 2027 avançava para 14,800%, de 14,740%, e o para janeiro de 2029 subia para 14,795%, de 14,690% no ajuste de quarta-feira (26).