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Méliuz (CASH3) dispara 19% com anúncio de investimento em bitcoin; XP faz alerta

Conselho da empresa aprovou a criação de uma estratégia de tesouraria voltada para aplicação em BTC

Por Beatriz Rocha

06/03/2025 | 15:35 Atualização: 06/03/2025 | 15:35

Ações da Méliuz (CASH3) sobem após anúncio de investimento em bitcoin. Foto: Brenda Blossom - stock.adobe.com
Ações da Méliuz (CASH3) sobem após anúncio de investimento em bitcoin. Foto: Brenda Blossom - stock.adobe.com

As ações da Méliuz (CASH3) se destacam entre as maiores altas do mercado brasileiro nesta quinta-feira (6). Às 14h54, os papéis da empresa disparam 19,39% cotados a R$ 3,94, depois já terem oscilado entre máxima a R$ 4,26 e mínima a R$ 3,30. O movimento acontece após a companhia anunciar um investimento em bitcoin (BTC).

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Em fato relevante, a Méliuz informou que o seu conselho de administração aprovou a criação de uma nova estratégia de tesouraria para a empresa, voltada para a aplicação de recursos na criptomoeda. Para isso, houve uma mudança da Política de Gestão de Liquidez da companhia, que passou a se chamar Política de Aplicações Financeiras, de modo a permitir a aplicação de até 10% do caixa total da Méliuz em bitcoin, buscando um retorno de longo prazo no ativo.

Também houve a criação do Comitê Estratégico de Bitcoin, que pretende ajudar na análise da viabilidade da ampliação da estratégia, na operacionalização das compras e no apoio à criação de diretrizes e governança específicas para o investimento.

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Em linha com a política aprovada, a Méliuz informou que adquiriu 45,72 bitcoins por aproximadamente US$ 4,1 milhões a um preço médio de US$ 90.296,11 por ativo.

O conselho de administração solicitou à direção da companhia uma análise detalhada sobre a possibilidade de ampliar a estratégia de investimento em BTC, incluindo a adoção da criptomoeda como principal ativo estratégico da tesouraria da Méliuz. Outra possibilidade é desenvolver formas de geração incremental de bitcoin para os acionistas, seja por meio da alocação de caixa, do fluxo de caixa operacional ou de outras iniciativas estratégicas.

A empresa também deseja avaliar alterações necessárias em seus documentos societários, políticas e procedimentos internos, incluindo estruturas e política de gerenciamento de riscos, para aumentar os limites para investimentos em bitcoin.

A companhia disse ainda que divulgará novo fato relevante tão logo tenha as definições a respeito das propostas mencionadas acima, o que estima que acontecerá entre, aproximadamente, 45 a 60 dias. A administração da Méliuz acredita que a estratégia de tesouraria focada na reserva de bitcoin tem potencial importante para a maximização de valor para a companhia e para os seus acionistas.

XP vê investimento em bitcoin com cautela

Apesar da disparada das ações CASH3 nesta quinta-feira, a XP Investimentos vê com cautela a decisão da empresa de alocar 10% de seu caixa em bitcoin. “Embora a nova política interna permita esse investimento, isso pode gerar preocupações entre investidores quanto à gestão do caixa da empresa. A sugestão do conselho para que a administração realize um estudo detalhado sobre a adoção do bitcoin como ativo estratégico levanta dúvidas sobre a coerência dessa estratégia, especialmente porque a empresa não opera com criptomoedas em seu core business (negócio principal)”, afirmam os analistas Bernardo Guttmann, Matheus Guimarães e Rafael Nobre.

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Para os especialistas da XP, essa política de caixa parece desconectada dos objetivos operacionais da companhia, gerando incertezas sobre sua eficácia e levantando questionamentos sobre a capacidade da Méliuz de reinvestir sua geração de caixa em suas atividades principais. “No entanto, reconhecemos que o bitcoin pode evoluir como uma reserva de valor no futuro, o que poderia justificar essa alocação caso a estratégia seja melhor alinhada com as operações da empresa”, ponderam.

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