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Natura (NTCO3) e outras 2 empresas podem ser beneficiadas por medidas do governo contra inflação, diz XP

A equipe da XP espera que o impacto mais relevante das medidas anunciadas pelo governo seja sobre o óleo de palma

Bruno Andrade é repórter do E-Investidor
Por Bruno Andrade

07/03/2025 | 10:14 Atualização: 07/03/2025 | 14:14

Natura. (Foto: Adobe Stock)
Natura. (Foto: Adobe Stock)

O governo federal anunciou, na noite desta quinta-feira (6), uma série de medidas para conter a inflação de alimentos, como isenção de impostos de importação sobre itens como café, açúcar e proteínas e o aumento da cota de importação isenta de óleo de palma, de 65 mil toneladas para 150 mil toneladas. Para os analistas da XP Investimentos, as medidas terão impactos limitados, mas a Natura (NTCO3) e outras duas empresas brasileiras podem ser beneficiadas pela proposta.

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As reduções da alíquota de importação foram para 10 produtos, os quais são:

  • Carne — alíquota passa de 10,8% para 0%
  • Café — alíquota passa de 9% para 0%
  • Açúcar — alíquota passa de 14% para 0%
  • Milho — alíquota passa de 7,2% para 0%
  • Óleo de girassol — alíquota passa de 9% para 0%
  • Azeite — alíquota passa de 9% para 0%
  • Óleo de palma — cota de importação era de 65 mil toneladas e passa para 150 mil toneladas
  • Sardinha — alíquota passa de 32% para 0%
  • Biscoito — alíquota passa de 16,2% para 0%
  • Massas alimentícias — alíquota passa de 14,4% para 0%

A equipe da XP espera que o impacto mais relevante das medidas anunciadas pelo governo seja sobre o óleo de palma, cuja cota de importação isenta foi mais que dobrada (de 65 mil toneladas para 150 mil toneladas). “Quanto aos outros produtos, podemos ver algum alívio na inflação dos alimentos, embora essa movimentação já era esperada (e já estava acontecendo) dada a sazonalidade e as safras abundantes”, dizem Danniela Eiger, Gustavo Senday e Laryssa Sumer.

Quais seriam os impactos das medidas sobre as empresas?

Ou seja, o consumidor tende a ver um pequeno alívio nos preços, mas não uma queda abrupta. Já para as receitas das empresas do setor varejista de alimentos, os analistas enxergam um impacto limitado. Eles afirmam que os preços mais baixos pressionariam as vendas das mesmas lojas (SSS, na sigla em inglês).

Por outro lado, as medidas podem levar a volumes melhores, potencialmente compensando esse impacto na dinâmica de vendas das mesmas lojas (SSS). “No entanto, o impacto líquido sobre a inflação alimentar deve ser limitado e, assim, não esperamos uma mudança material no poder de compra dos consumidores, limitando a recuperação dos volumes”, argumentam Eiger, Senday e Sumer.

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Já em relação à potencial isenção do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre certos itens da cesta básica em estados específicos, os especialistas afirmam que, se ocorrer, deve levar a um efeito neutro do ponto de vista de lucro bruto e margem. Embora, as vendas das mesmas lojas possam cair (se os volumes permanecerem inalterados).

Para a XP, a questão do óleo de palma tende a ser positiva para a Natura, visto que o produto é uma matéria-prima utilizada na fabricação de cosméticos, embora represente uma pequena porcentagem dos custos de vendas da empresa. Outras empresas também podem ser impactadas positivamente pela questão do óleo de palma, são M. Dias Branco (MDIA3) e Camil (CAML3). No entanto, para as duas empresas do agronegócio, o tom é um pouco menos positivo.

“A medida do governo em expandir a cota é positiva, na nossa visão, e deve ajudar a frear o aumento de custos com o óleo. No entanto, não deve ser suficiente para compensar o aumento dos preços do óleo para M. Dias Branco e Camil em virtude do cenário global mais apertado de oferta e demanda, na nossa visão”, dizem Leonardo Alencar, Pedro Fonseca e Samuel Isaak, que assinam o relatório da XP. Ou seja, a corretora vê a notícia com bons olhos para essas três empresas, mas vê o impacto positivo mais forte para a Natura (NTCO3).

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