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Tempo Real

Com dólar em queda de 6% no ano, XP revisa projeção para a moeda no fim de 2025

Corretora também simulou cinco cenários alternativos para prever a possível trajetória do real

Por Beatriz Rocha

07/03/2025 | 17:48 Atualização: 07/03/2025 | 17:48

Nota de dólar. Foto: Adobe Stock
Nota de dólar. Foto: Adobe Stock

O dólar já acumula perdas de 6,31% em relação ao real no ano. Diante desse cenário, a XP Investimentos revisou sua projeção da divisa para o final de 2025 de R$ 6,20 para R$ 6. Já a taxa de câmbio estimada para 2026 passou de R$ 6,40 para R$ 6,20, levando em consideração a aproximação do ciclo eleitoral no Brasil, que pode trazer maior volatilidade ao mercado de câmbio.

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Após uma forte queda em dezembro, o real apresentou um desempenho relativamente sólido em janeiro e fevereiro. No mês passado, a taxa de câmbio atingiu níveis em torno de R$ 5,70. Essa reversão, na visão da XP, sugere que a forte desvalorização da moeda brasileira no final de 2024 pode ter sido um movimento exagerado, e não uma mudança estrutural. “A recuperação subsequente no início de 2025 pode ser atribuída a uma correção parcial dessas distorções”, destaca.

Além de suas estimativas para o câmbio, a corretora simulou, em relatório, cinco cenários alternativos para prever a possível trajetória do real sob diferentes premissas: base, otimista, pessimista e dois cenários intermediários, que combinam diferentes condições econômicas globais e domésticas (positivas e negativas).

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Os modelos da XP indicam que o câmbio pode oscilar entre R$ 5,40 por dólar (cenário otimista) e R$ 6,45 por dólar (cenário pessimista). “É claro que cenários mais extremos, positivos ou negativos, podem ocorrer. No entanto, nosso principal objetivo é estabelecer um intervalo razoável para o câmbio com base nos pressupostos incorporados aos modelos”, pondera.

Cenário-base

Nesse contexto, embora o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, implemente aumentos significativos nas tarifas de importação, essas medidas não seriam estendidas ao longo de todo o ano. Ainda assim, a guerra comercial traria um impacto indireto por meio de um crescimento econômico global mais fraco, maior aversão ao risco e um Federal Reserve mais rígido, o que pesaria ainda mais sobre os preços dos ativos brasileiros.

Dentro desse cenário, a XP antecipa uma estabilidade relativa nos preços internacionais das commodities ao longo de 2025, enquanto o crescimento econômico em grandes compradores, como a China, poderia permanecer fraco. Em relação ao Brasil, a confiança dos investidores permaneceria estável.

Caso esse modelo se cumpra, a XP espera um dólar em R$ 5,90 em 2025.

Cenário otimista para o dólar

Já numa visão mais otimista, a política comercial dos EUA não apresentaria aumentos significativos de tarifas sob a administração de Trump. A inflação no país iria convergir para a meta, levando o Federal Reserve a cortar os juros ainda este ano, movimento que poderia se estender pelo globo, melhorando as condições financeiras das nações e impulsionando uma alta de 5% no índice de commodities CRB, para patamares não vistos desde 2023.

Nesse caso, o governo brasileiro implementaria novas medidas de ajuste fiscal e evitaria políticas econômicas intervencionistas, reduzindo assim o risco soberano percebido. A atividade econômica doméstica desaceleraria, assim como a inflação, e o Comitê de Política Monetária (Copom) começaria a discutir cortes na taxa de juros no segundo semestre de 2025.

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Caso esse cenário se torne realidade, o câmbio chegaria a R$ 5,40 por dólar.

Cenário pessimista para o câmbio

Lá fora, Trump implementaria e preservaria políticas de guerra comercial ao longo de todo o ano, levando a uma deterioração acentuada do comércio global. Como resultado, o dólar se fortaleceria consideravelmente. As restrições comerciais mais rígidas elevariam a inflação nos EUA, levando a discussões sobre um possível aumento dos juros pelo Federal Reserve já no segundo semestre de 2025. Além disso, a desaceleração econômica global provocada pela guerra comercial exerceria pressão negativa sobre os preços das commodities.

No cenário doméstico, a deterioração fiscal se intensificaria. O governo expandiria medidas de estímulo de curto prazo, o que afetaria ainda mais a confiança dos investidores. Em resposta, o prêmio de Risco-Brasil subiria. Ao mesmo tempo, pressões inflacionárias crescentes exigiriam uma taxa Selic mais alta, o que prejudicaria as perspectivas de crescimento econômico.

Com a concretização dessa visão mais pessimista, o dólar chegaria a R$ 6,45.

Cenários intermediários

Entre os cenários otimista e pessimista, a XP também simulou dois casos intermediários. No primeiro, as condições globais seriam sólidas, mas os fundamentos domésticos fracos, o que levaria a moeda americana a atingir R$ 5,75. Um dos principais fatores que seria afetado é Risco-Brasil, medido pelo título Credit Default Swap, ou simplesmente CDS. “Nesse caso, o CDS é mais baixo do que no cenário pessimista completo, mas ainda elevado em comparação com o cenário-base”, explica a XP.

Já no segundo modelo intermediário, as condições globais seriam fracas, mas os fundamentos domésticos sólidos, o que levaria o dólar a R$ 6. Enquanto no primeiro caso o diferencial de juros entre Brasil e EUA atingiria seu nível mais alto, nessa outra situação ele chegaria ao seu valor mais estreito.

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