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Casas Bahia (BHIA3) fecha 4º trimestre com prejuízo de R$ 452 milhões; CFO justifica o resultado

Em 2024, houve prejuízo de R$ 1,045 bilhão, redução de 60,2% ante o valor apurado em 2023

Por Júlia Pestana

13/03/2025 | 7:51 Atualização: 13/03/2025 | 7:51

A estimativa dos analistas é unanime: as ações de Casas Bahia devem cair até o fim de 2025. (Foto: Márcio Fernandes/ Estadão)
A estimativa dos analistas é unanime: as ações de Casas Bahia devem cair até o fim de 2025. (Foto: Márcio Fernandes/ Estadão)

O Grupo Casas Bahia (BHIA3) registrou prejuízo líquido de R$ 452 milhões no último trimestre de 2024, melhora de 54,8% ante o prejuízo apurado um ano antes. Na mesma toada, o acumulado do ano também somou prejuízo de R$ 1,045 bilhão, mas correspondeu a uma redução de 60,2% ante o prejuízo apurado em 2023.

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Para o diretor financeiro (CFO) da companhia, Elcio Ito, a diminuição do prejuízo no balanço das Casas Bahia reflete uma evolução operacional, incluindo a melhoria da margem Ebitda (lucro antes de juros, depreciação, amortização e impostos) e um processo de redução constante de despesas não recorrentes advindas da reestruturação, iniciada em 2023.

O CFO relembrou que, no início do plano de transformação da empresa, encabeçado pela gestão do atual CEO, Renato Franklin, foram fechados, aproximadamente, 10 mil postos de trabalho e 60 lojas.

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“Com os ajustes que fizemos em 2023, tivemos o impacto uma vez só e deixamos a companhia mais leve, ágil e eficiente daquele momento em diante”, disse, em entrevista ao Broadcast.

A margem Ebitda teve uma melhora de 5,8 pontos porcentuais (p.p.), passando de 2,2% para 8,0% no quarto trimestre. Somado a isso, no acumulado de 2024 a redução anual das despesas gerais e administrativas (SG&A) foi de R$ 384 milhões.

O Ebitda ajustado da empresa somou R$ 640 milhões no quarto trimestre do ano passado, alta de 300% ante o mesmo período de 2023. No ano todo, o indicador somou R$ 1,9 bilhão, avanço de 59,3% frente a 2023.

A receita líquida, por sua vez, foi de R$ 7,9 bilhões, crescimento de 7,6% ante um ano antes. Por outro lado, no acumulado de 2024, a receita contraiu 5,7% em relação a 2023, para R$ 27,2 bilhões.

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“Em agosto de 2023, quando lançamos o plano de reestruturação, nós estávamos muito focados em rentabilidade e fluxo de caixa e, com isso, menos preocupados com o desempenho da receita. Agora, essa dinâmica está mudando”, afirmou Ito.

Em comparação com o terceiro trimestre de 2024, a receita líquida aumentou 24,7%. Na avaliação do CFO, a companhia passou a colher mais os frutos de um período no qual optou por fazer ajustes das categorias, fechar subcategorias menos rentáveis e reduzir os subsídios direcionais para o canal online.

No entanto, em dezembro de 2024, a empresa reverteu a trajetória dos trimestres anteriores e voltou a crescer tanto nas lojas físicas quanto no e-commerce. O valor bruto de mercadorias (GMV) consolidado subiu 9,9%, impulsionado pelo crescimento de 16,1% nas lojas físicas e pela alta de 23,7% no marketplace (3P).

Crediário do Grupo Casas Bahia (BHIA3)

O crediário permaneceu (e seguirá sendo) um dos pilares estratégicos do crescimento da Casas Bahia, segundo o executivo. A carteira ativa bateu recorde em 2024 ao alcançar R$ 6,2 bilhões, um crescimento de R$ 824 milhões na comparação anual

Mesmo com essa expansão, a inadimplência “over 90 dias” ainda caiu 1,4 ponto porcentual (p.p.) na comparação anual, para 8%. “Isso mostra a qualidade e resiliência da carteira, mas vamos seguir executando essa estratégia de forma gradual para não sofrer com o cenário macroeconômico”, disse Ito.

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Já em relação a operacionalização do Fundo de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC), anunciada há um mês, o CFO reitera que agora a empresa está otimizando a operação de crediário com o “instrumento apropriado”.

“A penetração do crediário ainda é relativamente baixa”, afirmou o CFO do Grupo Casas Bahia (BHIA3). No quarto trimestre, o crediário atingiu 9% de participação nos canais digitais e 17% no consolidado.

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