A multa é relativa à amortização, para fins fiscais, nos exercícios de 2008 e 2009, do ágio gerado na incorporação de ações da Bovespa Holding, questão que atualmente está em discussão na segunda instância do poder judiciário.
Segundo a B3, como o risco de perda deste processo é possível, a redução da multa não impactará as demonstrações contábeis da companhia.
Para o Goldman Sachs, “embora a decisão não elimine toda a autuação e não seja tão considerável quanto a decisão positiva anterior de R$ 5,7 bilhões, é a segunda decisão positiva sobre os casos pendentes de ágio em uma semana, que deve ser bem recebida pelo mercado”.
“A B3 reafirma seu entendimento de que o ágio foi constituído regularmente, em estrita conformidade com a legislação fiscal e permanece discutindo judicialmente o mérito, assim como a multa isolada relativa ao caso”, reiterou a companhia.
* Com informações do Broadcast