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Confira o fechamento das Bolsas de NY, juros dos EUA e dólar hoje; bitcoin cai levemente

As atenções seguem voltadas para os rumos da política monetária dos Estados Unidos e os impactos econômicos das tarifas de Trump

Por Pedro Teixera e Poliana Santos

21/03/2025 | 18:34 Atualização: 21/03/2025 | 18:34

Fachada da Bolsa de Valores de Nova York (NYSE). Foto: Maurizio De Mattei/Adobe Stock
Fachada da Bolsa de Valores de Nova York (NYSE). Foto: Maurizio De Mattei/Adobe Stock

As bolsas de Nova York fecharam o último pregão da semana em alta, ainda que com o S&P 500 e o Dow Jones perto da estabilidade, em meio à escassez de indicadores econômicos. As atenções dos investidores seguem voltadas para os rumos da política monetária dos Estados Unidos e os impactos econômicos das tarifas de importação que o governo do presidente Donald Trump pretende adotar nos próximos dias.

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O Dow Jones avançou 0,08%, aos 41.985,35 pontos; o S&P 500 subiu 0,08%, aos 5.667,56 pontos; enquanto o Nasdaq registrou alta de 0,52%, aos 17.784,05 pontos. Os dados são preliminares. Na semana, o S&P 500 subiu 0,5%. O Nasdaq ganhou 0,17% e o Dow Jones, 1,20%.

Na manhã desta sexta-feira (21), os dirigentes do Federal Reserve (Fed) encerraram o período de silêncio após a manutenção da taxa de juros, na quarta-feira (19), e mencionaram o alto grau de incerteza e a necessidade de se adotar uma postura cautelosa sobre os juros nas próximas reuniões.

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O presidente do Fed de Chicago, Austan Goolsbee, afirmou que, diante de muita incerteza, o ideal é esperar as “coisas se esclarecerem” e “obter o máximo de dados possível”. Já o presidente do Fed de Nova York, John Williams, disse que “há alto grau de incerteza sobre o que o futuro reserva”.

O mercado precifica chances de três ou dois cortes de 0,25 ponto porcentual nos juros americanos em 2025, conforme a plataforma CME Group. Enquanto isso, Trump voltou a dizer que o Fed deveria cortar os juros e a reafirmou a imposição de tarifas recíprocas a partir do dia 2 de abril.

A Boeing fechou em alta de 3,06%, após Trump anunciar hoje que a empresa ficará responsável pelo desenvolvimento de um novo caça de sexta geração, o F-47.

As ações da FedEx caíram 6,5%, após a gigante de transporte divulgar lucros abaixo das estimativas dos analistas e reduzir sua previsão de lucro para o ano fiscal. A empresa citou a “fraqueza contínua e incerteza na economia industrial dos EUA”.

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A Nike perdeu 5,5%, após alertar que esforços de reestruturação devem afetar o crescimento da receita e lucratividade.

Juros dos EUA sobem

Os rendimentos dos títulos de longo prazo do Tesouro dos Estados Unidos chegaram ao fim da tarde desa sexta-feira (21) em alta, após oscilações durante a sessão, em um dia de agenda econômica fraca. O mercado seguiu sinais de cautela, influenciado pelos discursos dos dirigentes do Federal Reserve. O título americano com prazo de dois anos, entretanto, cedeu, atingindo 3,911% na mínima do dia.

Neste fim de tarde, o juro da T-note de 2 anos caía para 3,947%. O rendimento do título de 10 anos avançava para 4,249%, enquanto a taxa do T-bond de 30 anos subia a 4,592%.

Na quarta-feira (19), o Banco Central dos EUA manteve os juros inalterados, mas reiterou a previsão de dois cortes nas taxas ainda este ano. Hoje, as dúvidas sobre as implicações das tarifas no cenário inflacionário seguiram presentes nos discursos dos membros do Federal Reserve. O presidente do Fed de Chicago, Austan Goolsbee, sugeriu que, dada a incerteza, seria ideal aguardar que as “coisas se esclareçam”, enquanto o presidente do Fed de Nova York, John Williams, apontou a incerteza como o principal desafio para a política monetária no momento.

Victor Arduin, economista da Hedgepoint Global Markets, afirmou que, no curto prazo, não há indicações de uma recessão nos EUA, mas a atividade econômica deve desacelerar em 2025 devido ao impacto das tarifas sobre as importações. Ele também comentou que, devido ao grande déficit fiscal do país, o prêmio dos Treasuries provavelmente continuará alto neste ano.

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O Goldman Sachs relatou que investidores estrangeiros venderam títulos de longo prazo do Tesouro por três meses consecutivos, indicando uma redução na dependência dos bancos centrais em relação aos títulos americanos como meio de proteção financeira. O maior vendedor líquido em janeiro foi o Canadá, enquanto o maior comprador foi o Reino Unido, que, havia sido em dezembro o maior vendedor. A Noruega e o Japão ficaram em segundo e terceiro lugar como maiores compradores líquidos em janeiro.

As tensões geopolíticas seguem no radar dos investidores, com a Rússia e a Ucrânia trocando acusações sobre um ataque na cidade de Sudzha, no Oblast de Kursk, além do aumento das hostilidades no Oriente Médio.

Bitcoin opera em queda

O bitcoin opera levemente em queda no fim da tarde desta sexta-feira (21) prolongando movimento de ajuste após a forte valorização da quarta-feira. O discurso pré-gravado do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, no Blockworks Digital Assets Summit, ontem, deixou os mercados de criptomoedas praticamente inertes ao longo do dia.

Por volta das 16h33 (horário de Brasília), o bitcoin recuava 0,14%, cotado a US$ 83.984,64, enquanto o ethereum subia 0,13%, negociado a US$ 1.973,36, segundo dados da Binance.

“Em vez de apresentar propostas concretas, Trump concentrou discurso na conferência sobre ativos digitais, realizada em Nova York em ataques políticos, criando mais incerteza e desencadeando uma onda de liquidações em posições compradas”, disse Quasar Elizundia, analista da Pepperstone, em nota.

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O panorama geral é de desvalorização das criptomoedas em 2025. O bitcoin caiu quase 25% desde a máxima histórica de quase US$ 110.000, registrada no início do ano, para menos de US$ 84.000. Assim como as ações, as criptomoedas e outros ativos de risco vêm sofrendo perdas devido às preocupações com o crescimento econômico e a política dos EUA neste início de administração Donald Trump.

“Novas disputas comerciais abalaram os mercados financeiros, com tarifas recíprocas dos EUA previstas para entrar em vigor em 2 de abril aumentando as preocupações sobre um impasse econômico prolongado”, afirma Naeem Aslam, analista da Zaye Capital Markets.

Além disso, incertezas geopolíticas relacionadas às tensões no Oriente Médio e na Ásia e o conflito contínuo entre a Rússia e a Ucrânia adicionam cautela entre os investidores, agravando o cenário de menor apetite por risco.

A força tarefa de criptomoeda da Securities and Exchange Comission (SEC, a CVM americana) realizava nesta sexta-feira uma mesa redonda inaugural para discutir as principais áreas de interesse na regulamentação de criptoativos. De acordo com a Coindesk, a reunião começou com garantias dos comissários de que eles pretendem definir uma política eficaz.

Moedas globais: dólar opera em alta

O dólar opera em alta ante as principais moedas pares nesta sexta-feira (21), após uma semana marcada por decisões de juros em vários países, incluindo EUA, China, Rússia, Japão, Reino Unido e Brasil.

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O índice DXY, que mede a variação da moeda americana ante uma cesta de pares fortes, subiu 0,23%, a 104,088 pontos. O dólar se apreciava a 149,29 ienes, enquanto o euro cedia a US$ 1,0821, e a libra se desvalorizava para US$ 1,2922.

O mercado segue cauteloso e o próximo marco que chamará a atenção dos investidores será a tarifa recíproca, programada para ser aplicada pelos Estados Unidos em 2 de abril, segundo o analista de mercado da Stonex, Leonel Mattos. “O dólar deve continuar bem apoiado antes desse evento”.

As dúvidas sobre as implicações das tarifas no cenário prospectivo de inflação segue presente no tom dos discursos de membros do Federal Reserve. Nesta sexta-feira, o presidente do Fed de Chicago, Austan Goolsbee, afirmou que, diante muita incerteza, o ideal é esperar as “coisas se esclarecerem”. Já o presidente do Fed de Nova York, John Williams, destacou que a incerteza é o principal desafio para a política monetária atualmente.

Durante a sessão, o rublo russo se valorizou em relação ao dólar após o Banco Central da Rússia ter mantido as taxas de juros em 21,00%, como esperado.

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O euro pode cair em relação ao dólar no próximo ano, à medida que os temores de recessão nos EUA parecem exagerados e os benefícios do estímulo fiscal europeu demorarão “pelo menos um ano” para se materializar, segundo Mohamad Al-Saraf, analista do Danske Bank. A instituição espera que a moeda europeia caia para US$ 1,06 em 12 meses.

As tensões geopolíticas continuam no radar dos investidores, com Rússia e Ucrânia trocando acusações sobre um ataque na cidade de Sudzha, no Oblast de Kursk, e o aumento das hostilidades no Oriente Médio.

*Com informações da Dow Jones Newswires

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