
No exterior, as incertezas geradas pela política tarifária de Donald Trump, associada a sinais de arrefecimento da economia americana, mantém os juros dos Treasuries e o dólar com viés de baixa nesta terça-feira. Por lá, a abertura aquém das projeções dos postos de trabalho nos EUA e a queda maior do que a expectativa do PMI industrial do ISM reforçaram as apostas de um maior afrouxamento monetário pelo Fed, com avanço nas estimativas de corte acumulado de 1 ponto porcentual em 2025, embora 0,75pp continue sendo a principal aposta. Por outro lado, os índices de Nova York inverteram a direção e iniciam a tarde em alta.
No Brasil, tal como no exterior, a sessão é de apetite ao risco, com arrefecimento dos juros futuros, fortalecimento do real em relação ao dólar e avanço do Ibovespa. Por volta das 13h35, o principal índice da B3 subia 1,10% aos 131.694 pontos – onde mais uma vez os índices Financeiro e Imobiliário se destacam, acompanhados de perto por Materiais Básicos. No câmbio, o dólar recuava 0,44% frente ao real, cotado a R$ 5,68.
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