• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Mercado

Tarifas de Trump: mercado teme surpresas e avalia impactos para Brasil e bolsas hoje

Se tarifaço de Trump vier mais duro do que o previsto, resultado pode redesenhar cadeias globais

Por Leo Guimarães

02/04/2025 | 3:00 Atualização: 02/04/2025 | 15:36

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (Imagem: Isac Nóbrega/PR/Agência Brasil)
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (Imagem: Isac Nóbrega/PR/Agência Brasil)

O presidente americano, Donald Trump, deve anunciar nesta quarta-feira (2) o pacote tarifário batizado por ele de “Dia da Libertação”, com os mercados globais oscilando num sentimento de cautela, mas também de alívio. Especialistas veem volatilidade à frente, mas apostam que parte dos riscos já está precificada. O temor maior está em possíveis “surpresas”. Caso o tarifaço venha mais duro do que o previsto, o efeito sobre a inflação poderia redesenhar cadeias e azedar o humor global.

Leia mais:
  • Dólar inverte sinal e cai às vésperas de anúncio de tarifas nos EUA
  • Ibovespa futuro sobe de olho em tarifas de Trump e BTG na disputa pelo Master
  • De olho na demanda global, maior gestora do mundo anuncia mudança de rota
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Após abrir em estabilidade, o Ibovespa intensificou queda e perdeu os 131 mil pontos visto no início da sessão desta quarta-feira (2). Às 11h22, o índice recuava 0,49%, aos 130.505 pontos. O dólar hoje iniciou a sessão com queda de 0,10%, a R$ 5,6770. Horas antes do anúncio, às 17h (Brasília), as bolsas globais operavam em baixa, a exemplo dos mercados da Europa. As bolsas asiáticas fecharam sem direção única e com variações modestas.

“Ter maior clareza sobre quais tarifas serão anunciadas e poder calcular os verdadeiros efeitos para a economia pode trazer um certo alívio, especialmente para setores e segmentos menos afetados”, argumenta a gerente de Research da Nomad, Paula Zogbi. Para ela, caso as tarifas anunciadas sejam mais agressivas que o antecipado, é possível um fortalecimento do dólar ligado à expectativa de juros altos por mais tempo. Mais tarifas significam mais inflação.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

Caique Stein Laguna, sócio e especialista de investimentos offshore na Blue3 Investimentos, lembra que aumento de custos afeta o consumidor. Isso, por sua vez, pode reduzir a demanda e pressionar margens e o  lucro das empresas. “Se as tarifas afetarem setores relevantes, ações de empresas exportadoras podem sofrer, puxando os índices para baixo”, afirma.

Um cenário mais pesado, no entanto, não vem sendo trabalhado como base por parte dos analistas. “A antecipação do mercado está gigante em relação a esse período. Ou seja, basicamente o ‘Dia da Libertação’ já estaria no preço”, afirma André Franco, CEO da Boost Research.

Em termos gerais, o mercado antecipou até agora a continuidade das tarifas de 25% sobre aço e alumínio de países como Brasil e Canadá, e 10% adicionais sobre bens chineses. Setores como o automotivo esperam tarifas de 25% sobre carros importados, como os da Toyota fabricados no México. “A proposta de Trump busca equilibrar déficits comerciais e proteger a indústria americana e agricultura, afetando grandes parceiros comerciais, incluindo China, União Europeia, México, Canadá e Brasil”, lembra Ian Toro, especialista de renda variável da Melver.

Reações engatilhadas

Na visão de André Franco, da Boost Research, a turbulência aconteceria somente se houvesse um anúncio de outras medidas ainda não reveladas, que podem gerar retaliação de outros países. A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, por exemplo, afirmou que a União Europeia está pronta para responder a uma eventual guerra comercial.

No Brasil, embora a reação não tenha a mesma intensidade, o governo também vem se articulando para mitigar os impactos de possíveis retaliações tarifárias. “A magnitude do pacote que será anunciado funcionará como um termômetro. Pode confirmar os temores do mercado, agravando o pessimismo, ou trazer algum alívio, caso venha mais brando do que o esperado. Tudo dependerá do tom e do alcance das medidas”, observa Gustavo Sung, economista-chefe da Suno Research.

Publicidade

Para o time da Suno, no entanto, a expectativa é de um pacote mais duro, diante das sinalizações sobre tarifas recíprocas e do tom adotado por Trump ao chamar a data de “Dia da Libertação”. “Caso isso se confirme, o impacto sobre as bolsas tende a ser negativo”, reforça Sung.

O fato é que as tarifas de Trump elevam a incerteza sobre a economia dos EUA, já marcada por volatilidade e queda na confiança do consumidor, observa Christopher Galvão, analista da Nord Investimentos. O encarecimento de insumos pode pressionar a inflação e afetar a produção no curto prazo. “Não à toa, o mercado está discutindo, nesse momento, uma possível recessão na economia americana, que eu não vejo acontecendo, pelo menos com as informações que a gente tem até o momento”, diz.

Reflexos para os ativos brasileiros

As reações já acontecem, lembra o analista da Nord. Países como a China, Japão e Coreia passaram a articular acordos regionais, “e o Brasil pode se inserir nessas negociações”, diz Galvão. Paula Zogbi, da Nomad, também acredita na possibilidade de que esses laços comerciais sejam estreitados com as novas restrições dos EUA.

“É possível esperar algum efeito para os segmentos em que nossas relações comerciais com os EUA são mais fortes, como petróleo, aço e commodities agrícolas, a exemplo de soja e café”, diz a especialista da Nomad. Ela lembra que é preciso observar como serão as negociações entre EUA e outros países com laços comerciais com o Brasil, como a China.

Caique Stein Laguna, da Blue3, reforça que, no Brasil, o setor mais exposto é o de ferro e aço, que destina cerca de 48% das exportações aos EUA. “Como maior fornecedor de aço semiacabado para o mercado americano, o Brasil pode ser fortemente impactado”, comenta. “Essa sacudida que o Trump está dando vai mexer com supply chain (cadeia de fornecimento) do mercado inteiro”, opina André Franco, da Boost Research.

Publicidade

As mudanças também podem alterar os preços dos ativos brasileiros, aponta o analista da Nord, Christopher Galvão, lembrando que diante da volatilidade nos EUA e dos múltiplos ainda caros por lá, o momento é favorável para maior exposição à Bolsa brasileira. Com fundamentos sólidos e baixa alocação de fundos locais, o Brasil poderia se beneficiar de uma rotação global para ativos mais baratos como das ações brasileiras.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • aço
  • Conteúdo E-Investidor
  • exportações
  • importação
  • mercado
  • tarifas
  • Trump
Cotações
04/02/2026 23h02 (delay 15min)
Câmbio
04/02/2026 23h02 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Vale some das carteiras de dividendos em fevereiro, enquanto Caixa Seguridade, Itaúsa e Petrobras ganham peso

  • 2

    Regulamentação de criptomoedas entra em vigor

  • 3

    Ibovespa hoje bate recorde e fecha acima de 185 mil pontos com ata do Copom

  • 4

    Dow Jones hoje em tempo real: veja a cotação agora e o que está mexendo com Wall Street

  • 5

    Carteiras recomendadas para fevereiro: como investir após o rali histórico do Ibovespa

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Pé-de-Meia 2026: veja como consultar sua situação no programa
Logo E-Investidor
Pé-de-Meia 2026: veja como consultar sua situação no programa
Imagem principal sobre o O que é o PrevBarco do INSS? Entenda
Logo E-Investidor
O que é o PrevBarco do INSS? Entenda
Imagem principal sobre o Descontos indevidos no INSS: quem não precisa contestar?
Logo E-Investidor
Descontos indevidos no INSS: quem não precisa contestar?
Imagem principal sobre o Dívidas do FIES em 2026: o que é a fase de amortização na renegociação?
Logo E-Investidor
Dívidas do FIES em 2026: o que é a fase de amortização na renegociação?
Imagem principal sobre o Bolsa Família: quando começam os pagamentos de fevereiro de 2026?
Logo E-Investidor
Bolsa Família: quando começam os pagamentos de fevereiro de 2026?
Imagem principal sobre o Dívidas do FIES em 2026: quais as vantagens da renegociação?
Logo E-Investidor
Dívidas do FIES em 2026: quais as vantagens da renegociação?
Imagem principal sobre o Salário mínimo de R$ 1.621 começa a ser pago em fevereiro
Logo E-Investidor
Salário mínimo de R$ 1.621 começa a ser pago em fevereiro
Imagem principal sobre o INSS libera calendário de pagamento de fevereiro de 2026 para aposentados; veja datas
Logo E-Investidor
INSS libera calendário de pagamento de fevereiro de 2026 para aposentados; veja datas
Últimas: Mercado
Ibovespa hoje: Braskem (BRKM5) lidera altas; Raízen (RAIZ4) e Totvs (TOTS3) despencam
Mercado
Ibovespa hoje: Braskem (BRKM5) lidera altas; Raízen (RAIZ4) e Totvs (TOTS3) despencam

Após balanço do Santander (SANB11) dividir analistas, dia foi marcado por queda de grandes bancos

04/02/2026 | 19h40 | Por Beatriz Rocha
Mercado imobiliário de alto padrão cresce 20% em 2025 e supera R$ 30 bilhões em lançamentos
Mercado
Mercado imobiliário de alto padrão cresce 20% em 2025 e supera R$ 30 bilhões em lançamentos

Com juros altos e custos pressionados, o crescimento ficou concentrado nas grandes incorporadoras; a Cyrela lidera os lançamentos e reforça o imóvel de alto padrão

04/02/2026 | 18h28 | Por Igor Markevich
Lucro do Santander (SANB11) no 4T25: de ‘sólido’ a ‘ligeiramente negativo’, balanço divide analistas
Mercado
Lucro do Santander (SANB11) no 4T25: de ‘sólido’ a ‘ligeiramente negativo’, balanço divide analistas

Lucro cresceu 6% em um ano, mas deterioração de indicadores de crédito e Selic elevada pesaram na leitura do mercado

04/02/2026 | 15h14 | Por Daniel Rocha
Ouro despenca, dólar sobe: o que a correção dos metais revela sobre proteção, especulação e o erro do investidor
Mercado
Ouro despenca, dólar sobe: o que a correção dos metais revela sobre proteção, especulação e o erro do investidor

Queda acentuada do ouro e da prata reflete desmonte de posições altamente alavancadas, enquanto bancos centrais seguem sustentando o metal no longo prazo

04/02/2026 | 10h11 | Por Isabela Ortiz

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador