• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Mercado

Tarifas de Trump devem agitar mercados na quinta-feira (3): veja o que esperar

Analistas explicam como pacote tarifário pode mexer com Bolsas internacionais, mercado local e câmbio

Por Beatriz Rocha

02/04/2025 | 20:52 Atualização: 02/04/2025 | 20:52

Trump anuncia nesta quarta-feira (2) tarifas recíprocas. (Imagem: zignalstudio em Adobe Stock)
Trump anuncia nesta quarta-feira (2) tarifas recíprocas. (Imagem: zignalstudio em Adobe Stock)

As aguardadas tarifas de Donald Trump foram anunciadas nesta quarta-feira (2). Em cerimônia na Casa Branca, o republicano definiu uma taxa mínima de 10% a todos os parceiros comerciais dos EUA, bem como tarifas “recíprocas” de dois dígitos a 60 outros países que, segundo autoridades do governo, trataram os Estados Unidos de forma injusta.

Leia mais:
  • Trump anuncia tarifa de 10% para o Brasil; Ibovespa e Bolsas de NY fecham em alta
  • Presságio para as Bolsas? Bitcoin inverte sinal e passa a cair após anúncio do tarifaço de Trump
  • Tarifas de Trump: Goldman Sachs lista as ações de frigoríficos mais prejudicadas
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

De acordo com a Casa Branca, a tarifa geral mínima entra em vigor no dia 5 de abril e as tarifas individualizadas, em 9 de abril. Ao Brasil, será aplicada a taxa mínima de 10%, assim como para Alemanha, Arábia Saudita, Argentina, Austrália, Chile, Colômbia, Emirados Árabes Unidos, Iêmen, Irã, Panamá, Paraguai, Reino Unido, Turquia, Ucrânia e Uruguai.

Já as tarifas recíprocas para a China serão de 34% – além dos 20% já anunciados anteriormente –, enquanto os produtos da União Europeia serão taxados em 20%. Para o Japão, Coreia do Sul e Índia, as sobretaxas serão de 24%, 25% e 26%, respectivamente. Importações da Suíça terão uma tarifa de 31%, enquanto os produtos da Venezuela serão taxados em 15%.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

Para Paula Zogbi, gerente de research da Nomad, embora o anúncio de Trump tenha como objetivo estimular e expandir a indústria doméstica, o mercado observa potenciais pressões inflacionárias e aumentos nos custos, podendo gerar choques negativos para a atividade econômica. “A volatilidade deve seguir sendo a tônica do mercado enquanto acompanhamos os desdobramentos das medidas, com prováveis novas revisões de expectativas para os resultados das companhias por analistas e uma possível continuidade do fluxo financeiro para teses mais defensivas e outras economias globais”, afirma.

Hudson Bessa, especialista em mercado financeiro na FIPECAFI, explica que os produtos brasileiros podem ficar atrativos, já que o País foi menos taxado do que outros. “Adicionalmente, blocos comerciais vão fazer acordos e negociar em condições que obviamente privilegiam os membros dos grupos, o que pode também criar novas oportunidades”, diz.

As ações brasileiras mais afetadas

Na Bolsa brasileira, empresas exportadoras do setor de siderurgia, agronegócio, papel e celulose podem ter seus resultados pressionados, a depender da exposição de suas receitas em relação aos Estados Unidos. Da mesma forma, empresas com custos dolarizados, mas com receita em real, como as companhias do segmento de varejo e transportes, devem sentir a pressão do câmbio.

Segundo Alexandre Dellamura, mestre de economia e head de conteúdo da Melver, a volatilidade da renda variável pode aumentar no curto prazo, principalmente se houver resposta do governo brasileiro. “Para quem já está posicionado, o melhor é manter a cabeça fresca, pensando no longo prazo e nas alternativas que as companhias brasileiras encontrarão para defender suas receitas e reduzir os seus custos. Já para aqueles que estão em busca de oportunidades, as oscilações nas próximas semanas podem mostrar excelentes oportunidades de compra”,  afirma.

Fernando Marx, contribuidor do TC, afirma que empresas exportadoras brasileiras como Randon (RAPT4), Portobello (PTBL3) e Gerdau (GGBR4) podem sofrer com as tarifas. “Todas elas têm operações significativas nos EUA”, ressalta.

Publicidade

CSN Mineração (CMIN3), Usiminas (USIM5) e CSN (CSNA3) também correm o risco de ser afetadas, na visão de Norberto Sangalli, broker da mesa de alocação da Nippur Finance. A última, inclusive, liderou as perdas do Ibovespa na quarta-feira ao tombar 5,17%.

“A CSN Mineração depende da exportação de minério de ferro para a China. Uma desaceleração na demanda chinesa pode impactar diretamente suas receitas. Como a empresa é menor que a Vale (VALE3), pode ter menos capacidade de absorver choques de preço, levando a uma queda mais acentuada em suas ações”, afirma.

Já Usiminas e CSN, conforme explica Sangalli, dependem fortemente do mercado brasileiro e podem sofrer com um aumento no fluxo de aço chinês, que poderia reduzir os preços domésticos e afetar suas margens de lucro.

Embora ainda impacte setores exportadores, a medida mais branda de Trump para o Brasil pode impulsionar a Bolsa local, com um viés positivo para o pregão de quinta-feira. “O mercado deve reagir a esse cenário mais favorável, com a expectativa de recuperação nas ações. A volatilidade ainda permanece, mas com um clima mais otimista”, diz Hayson Silva, analista da Nova Futura Investimentos.

Mercados estrangeiros devem sofrer

Marx, do TC, acredita que os mercados internacionais devem reagir mal na quinta-feira, principalmente devido à aplicação de tarifas mais severas para países da Ásia, no nível de 30%. “Pelas notícias ventiladas, o pior cenário rondava em torno de 20% a 25% para os mais afetados. A consequência, portanto, é mais incerteza na economia e, logicamente, menos crescimento”, destaca.

Publicidade

O especialista acredita que a América Latina ficou mais protegida, mas dificilmente vai escapar de um “sell-off global” – termo que se refere à venda em massa de ativos financeiros em um curto espaço de tempo.

Quem tem uma visão um pouco mais positiva para o mercado de renda variável é Gustavo Cruz, estrategista-chefe da RB Investimentos. “Em geral, eu acho que o mercado vai reagir bem, porque antes Trump chegou a comentar que quem aplicava tarifas de 65% ia receber 65%. Quem aplicava 40% ia receber 40%. No final, foi menos comparativamente”, afirma, ressaltando ser necessário acompanhar agora os desdobramentos do anúncio.

E o dólar?

Quanto ao comportamento do câmbio, André Valério, economista sênior do Inter, argumenta que a dinâmica da moeda americana vai depender de qual fator irá prevalecer em resposta às tarifas. “Se a economia americana absorver bem o choque, com baixo impacto na atividade e na inflação, a tendência é vermos o dólar se apreciar de maneira global. Por outro lado, se o impacto das tarifas for extenso, criando incertezas e desaceleração da economia, ao passo em que os Estados Unidos se isolem do resto do mundo, a tendência é observar a continuidade do movimento de depreciação do dólar”, diz.

O real, em meio a isso, deve sofrer pouco. O economista entende que o impacto sobre a balança comercial brasileira pode ser pequeno, uma vez que o fluxo do Brasil com os Estados Unidos não é o mais relevante. “Por outro lado, o efeito líquido das tarifas tem chances de ser positivo, especialmente se houver retaliação por parte da China e da Europa. O Brasil tende a ganhar participação de mercado com suas exportações, à medida que essas regiões direcionem suas demandas para outro lugar. Isso pode ocorrer particularmente com o setor de agronegócio, que sofre grande competição com o agro americano”, acrescenta.

Além das tarifas de Trump, outro fator tem mexido com o câmbio: o diferencial de juros entre o Brasil e os Estados Unidos. Vale lembrar que, enquanto o Comitê de Política Monetária (Copom) elevou a Selic por aqui em março, o Federal Reserve (Fed) manteve as taxas de juros estabilizadas nos EUA. “Atualmente, o real é uma das moedas favoritas dos investidores justamente por causa desse fator”, reforça Valério.

Publicidade

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Bolsa de valores
  • Dolar
  • Donald Trump
  • Mercados
  • tarifas de Trump
Cotações
12/02/2026 2h29 (delay 15min)
Câmbio
12/02/2026 2h29 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Ibovespa hoje renova recorde histórico após payroll nos EUA e falas de Galípolo

  • 2

    IPCA de janeiro reforça cenário para corte maior da Selic; veja o impacto nos investimentos

  • 3

    Lucro da BB Seguridade cresce, mas não anima; Genial rebaixa recomendação e Citi e BBA projetam 2026 desafiador

  • 4

    Ouro e dividendos: ainda faz sentido investir no metal em 2026?

  • 5

    Ibovespa hoje cai e perde os 186 mil pontos com IPCA, Haddad e dados dos EUA no foco

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Aposentados INSS 2026: os pagamentos de fevereiro já começaram?
Logo E-Investidor
Aposentados INSS 2026: os pagamentos de fevereiro já começaram?
Imagem principal sobre o Saldo retido FGTS: segunda etapa de pagamentos para nascidos entre setembro e dezembro começou
Logo E-Investidor
Saldo retido FGTS: segunda etapa de pagamentos para nascidos entre setembro e dezembro começou
Imagem principal sobre o Conta de luz cara? Saiba como economizar com a sua geladeira
Logo E-Investidor
Conta de luz cara? Saiba como economizar com a sua geladeira
Imagem principal sobre o Bolsa Família realiza pagamentos nesta semana? Entenda
Logo E-Investidor
Bolsa Família realiza pagamentos nesta semana? Entenda
Imagem principal sobre o 5 pontos facultativos no 1º semestre 2026
Logo E-Investidor
5 pontos facultativos no 1º semestre 2026
Imagem principal sobre o 4 feriados nacionais no 1º semestre 2026
Logo E-Investidor
4 feriados nacionais no 1º semestre 2026
Imagem principal sobre o Show do Bad Bunny: qual o valor dos ingressos? Veja se todos os lotes já esgotaram
Logo E-Investidor
Show do Bad Bunny: qual o valor dos ingressos? Veja se todos os lotes já esgotaram
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: 4 documentos para separar ao declarar um financiamento
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: 4 documentos para separar ao declarar um financiamento
Últimas: Mercado
Ibovespa hoje: Suzano (SUZB3) e Tim (TIMS3) disparam após balanço; Totvs (TOTS3) lidera perdas
Mercado
Ibovespa hoje: Suzano (SUZB3) e Tim (TIMS3) disparam após balanço; Totvs (TOTS3) lidera perdas

Mercado repercutiu payroll, relatório oficial de emprego dos EUA, que veio acima do esperado

11/02/2026 | 21h06 | Por Beatriz Rocha
BB (BBAS3): lucro do 4T25 supera previsões, mas agro preocupa: como o mercado deve receber o balanço?
Mercado
BB (BBAS3): lucro do 4T25 supera previsões, mas agro preocupa: como o mercado deve receber o balanço?

Lucro da empresa no 4T25 veio 36% acima da projeção dos analistas consultados pelo Prévias Broadcast

11/02/2026 | 20h48 | Por Beatriz Rocha
Inter (INBR32) lucra R$ 374 milhões no 4T25 e paga dividendos: “Grande demais para ignorar”
Mercado
Inter (INBR32) lucra R$ 374 milhões no 4T25 e paga dividendos: “Grande demais para ignorar”

Banco digital encerra 2025 com lucro de R$ 1,3 bilhão, ROE de 13,8% e aceleração do crédito, mas despesas e qualidade de ativos dividem analistas

11/02/2026 | 15h10 | Por Isabela Ortiz
O que o payroll de janeiro nos EUA diz sobre o futuro do dólar no Brasil após 130 mil vagas
Mercado
O que o payroll de janeiro nos EUA diz sobre o futuro do dólar no Brasil após 130 mil vagas

Relatório de emprego reforça resiliência da economia americana, sustenta juros elevados por mais tempo e influencia o câmbio global

11/02/2026 | 14h20 | Por Isabela Ortiz

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador