
O medo de uma recessão global voltou a afligir os investidores após a China decidir taxar em 34% os produtos importados dos Estados Unidos. A medida foi uma retaliação ao tarifaço promovido pelo presidente americano, Donald Trump, aumentando o receio de que a guerra comercial ganhe maiores proporções e prejudique tanto as economias diretamente envolvidas no conflito, como aquelas menos afetadas pela tarifação, como o Brasil.
Nos mercados, o petróleo despencava mais de 6%, enquanto os rendimentos dos Treasuries recuavam e o dólar se fortalecia em escala global, sugerindo um movimento de busca por ativos seguros. Nas bolsas, o movimento era novamente de forte queda entre os principais índices da Europa e de Nova York, apesar do Payroll mais forte do que o esperado (228 mil postos de trabalho frente a estimativa de 140 mil). Por aqui, por volta das 13h50, o dólar avançava 3,28% em relação ao real, cotado a R$ 5,81, enquanto o Ibovespa recuava 3,00%, aos 127.172 pontos, em meio à queda generalizada entre todos os setores e um volume projetado de negócios quase 2x maior do que a média recente.
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