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Mineradoras e metálicas do Ibovespa perdem R$ 25,9 bilhões após tarifas de Trump

Movimento acontece em função das incertezas que se instalaram no mercado mundial nos últimos dias

Por Ana Paula Machado

05/04/2025 | 8:00 Atualização: 04/04/2025 | 19:06

(Imagem: Kadmy em Adobe Stock)
(Imagem: Kadmy em Adobe Stock)

Se o tarifaço global de Donald Trump fez um estrago no dia seguinte ao seu anúncio, a percepção de analistas é de que o setor mínero-metalúrgico no Ibovespa deve sofrer ainda mais agora que o governo da China decidiu retaliar os americanos. A soma das perdas de todas as companhias desse segmento no índice chegou a R$ 25,92 bilhões entre quinta (3), e sexta-feira (4) – somente a Vale (VALE3) com uma perda acumulada de R$ 19,79 bilhões em dois dias. Em seguida vem a Gerdau (GGBR4), com baixa de R$ 2,13 bilhões.

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O movimento acontece em função das incertezas que se instalaram no mercado mundial após os movimentos de protecionismo feitos pelas maiores economias do mundo.

Após os EUA anunciarem tarifas de 34% aos produtos chineses, a China informou que vai impor taxas também de 34% sobre todos os itens importados dos Estados Unidos. O governo chinês informou que as tarifas passarão a valer a partir da próxima quinta-feira (10). Haverá ainda controles sobre a exportação de minerais raros e matérias-primas para a produção de chips.

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“A percepção do mercado é de que estamos mais distantes de um acordo entre os dois países”, diz o analista de commodities da Genial, Igor Guedes. “É um sentimento muito negativo da amplitude da guerra comercial e de medo de uma recessão global provocada pelo impacto das desacelerações dos dois países.”

Para o BTG Pactual, a intensificação das tensões comerciais entre EUA e China pode resultar em uma desaceleração mais acentuada da economia chinesa, o que reduziria a demanda por produtos brasileiros e os preços internacionais de commodities.

Segundo Guedes, o tarifaço de Trump deve diminuir as exportações chinesas, que era, até então, a saída econômica do país para manter a estimativa de crescimento econômico de 5% este ano.

“O que o governo chinês vem fazendo é se apoiar nas exportações, para tentar compensar a economia domestica enfraquecida”, afirma. “A China desacelerando mais rápido e exportando menos, não sustenta produção de aço e, no momento que a siderurgia perde representatividade, a demanda por minério cai e impacta a Vale.”

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Guedes ressalta que o preço da ação da Vale neste pregão está próximo do valor da mineradora após o desastre da barragem de Córrego do Feijão, em Brumadinho, em 2019. “Naquela época, chegou a R$ 49. O mercado está precificando como se estivesse ocorrido um estouro de uma barragem e isso é ruim.”

Segundo a XP, as tarifas relativamente mais altas para a China e países asiáticos podem elevar os riscos associados às tendências gerais de exportação de minério de ferro para o mercado chinês.

“O anúncio das ‘tarifas recíprocas’ de Trump gerou instabilidade no comércio internacional em todo o mundo, adicionando ao cenário incerto para as principais economias, commodities e mercados de ações”, diz a XP em relatório.

Para a corretora, as eventuais quedas de exportação de aço da China podem implicar em uma produção siderúrgica menor e consequentemente vendas externas de minério de ferro para o país. “Portanto, vemos implicações potencialmente negativas para a Vale e a CSN Mineração.”

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O economista e CEO da iHUB Investimentos, Paulo Cunha, lembra que tudo o que afeta a China afeta a Vale. “Commodities de energia também sofrem muito, e há uma grande incerteza quanto ao futuro do comércio global em geral e em quanto tempo pode durar isso”, aponta.

A incerteza, contudo, está longe do fim. Roberto Uebel, professor de Relações Internacionais da ESPM, diz que o mercado só terá uma clareza maior do tempo dessa guerra comercial a partir da semana que vem.

“O mercado esta esperando para ver se haverá uma resposta política, como os governos, além da China, vão responder a essa guerra tarifaria”, afirma. “Vamos começar a sentir o mercado na semana que vem.”

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