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Tempo Real

Juros fecham em queda em novo dia de cautela diante da guerra comercial

Sessão foi marcada pela volatilidade no mercado em função das tarifas impostas pelos EUA à China

Por Denise Abarca

10/04/2025 | 18:16 Atualização: 10/04/2025 | 18:16

Juros (Foto: Adobe Stock)
Juros (Foto: Adobe Stock)

Os juros futuros fecharam a quinta-feira (10) com viés de baixa no caso dos contratos curtos e em alta na ponta longa, em desenho definido só a partir do meio da tarde. A volatilidade vinda do exterior em função da guerra tarifária continuou comandando os negócios, deixando os juros futuros sem direção firme ao longo da sessão.

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No fechamento, a taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2026 estava em 14,805%, de 14,821% ontem no ajuste, e a do DI para janeiro de 2027, em 14,52%, de 14,48%. O DI para janeiro de 2029 tinha taxa de 14,47% (de 14,39%).

Os ativos de economias emergentes sofreram com a volta da aversão ao risco que manteve o dólar acima de R$ 5,90 durante boa parte do dia, enquanto os rendimentos dos títulos de renda fixa de dívida pública do governo norte-americano (Treasuries) oscilaram ora com viés de alta ora de baixa, sem firmar tendência.

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A falta de disposição da China em negociar as tarifas com os EUA já estressava os mercados antes mesmo da Casa Branca, no início da tarde, esclarecer que a carga tributária total americana sobre importações ao país asiático agora chega a 145%. O governo dos EUA elevou a taxa para 125%, substituindo a anterior de 84%, que agora se soma aos 20% já vigentes antes das tarifas recíprocas, segundo comunicado.

Depois da divulgação do texto, os mercados ampliaram as perdas e os juros futuros deslizaram para cima e para baixo e um desenho mais firme acabou se configurando só a partir do meio da tarde, com a ponta longa em alta. Para o economista-chefe da Nomad, Danilo Igliori, o elevado nível de estresse e num ambiente de mudanças rápidas dificulta a precificação correta dos ativos, especialmente os de longo prazo. “A ponta longa da curva tem um ingrediente mais estrutural, relacionado ao fiscal e ao cenário político. Se lá fora azedar e rebater aqui com impacto na atividade, o governo pode pensar em aumentar os estímulos fiscais”, explica.

Com o cenário à frente bastante nublado pelas incertezas externas, Igliori afirma que para Brasil “o máximo que dá para enxergar é que a inflação não deve ir embora tão cedo”. Ainda que os preços das commodities estejam em baixa – o petróleo hoje caiu mais de 3% -, a piora do câmbio deve mais do que compensar no efeito na inflação. “O dólar afeta uma série de outros preços”, observa.

A agenda econômica do dia, aqui e no exterior, acabou ficando em segundo plano, ofuscada pela guerra das tarifas. “Os dados de alta frequência têm pouco a dizer sobre o que vêm pela frente. O passado está informando pouco sobre o futuro”, resume o economista.

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No Brasil, foi publicada a Pesquisa Mensal de Serviços (PMS) de fevereiro, mostrando alta de 0,8% em fevereiro ante janeiro, resultado que superou o teto das estimativas (0,4%).

Nos EUA, foi divulgado o índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês), com alta de 0,1% em março ante fevereiro, em linha com o consenso. O avanço do núcleo, de 0,1%, veio abaixo da mediana (0,3%).

Num ambiente hostil para o risco, o Tesouro reduziu bastante a oferta de títulos prefixados, evitando adicionar volatilidade à curva. Os lotes foram vendidos integralmente. Foram 8 milhões de Letras do Tesouro Nacional (LTN) – de 21,5 milhões na semana passada – e 1 milhão de Notas do Tesouro Nacional – Série F (NTN-F) – de 3 milhões no último leilão. “Destacamos a postura do Tesouro em diminuir o ritmo das ofertas em razão da adoção de cautela após o aumento das incertezas provenientes do cenário internacional”, avaliam profissionais da XP.

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