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Veja o fechamento das Bolsas de NY, juros dos EUA e dólar hoje após Trump isentar tarifas sobre eletrônicos

Mercados refletiram o alívio dos investidores sobre a guerra comercial e a retomada do apetite ao risco

Por Poliana Santos e Pedro Teixeira

14/04/2025 | 17:47 Atualização: 14/04/2025 | 17:50

Estados Unidos (Foto: Adobe Stock)
Estados Unidos (Foto: Adobe Stock)

As bolsas de Nova York fecharam em alta nesta segunda-feira (14), impulsionadas pela notícia de isenção tarifária para bens de consumo de tecnologia, que renovou o apetite por risco. As montadoras também ganharam força após o presidente Donald Trump sinalizar apoio à transição do setor. Os títulos de renda fixa de dívida pública do governo norte-americano (Treasuries) e o dólar, por outro lado, caíram.

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O Dow Jones subiu 0,78%, aos 40.524,79 pontos; o S&P 500 avançou 0,79%, aos 5.405,97 pontos; e o Nasdaq teve alta de 0,64%, aos 16.831,48 pontos. Os dados são preliminares.

Apesar do anúncio de isenção para produtos de tecnologia na sexta-feira, o presidente alertou que tarifas sobre chips podem ser anunciadas na próxima semana, indicando que o alívio para o setor pode ser temporário.

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Entre as big techs, a Apple subiu 2,21%, beneficiada pela medida em relação a celulares e computadores. Segundo analistas, entre 80% e 90% dos iPhones são fabricados na China. Já a Intel subiu 2,89%, após divulgar a venda de 51% da Altera.

No setor automotivo, Ford subiu 4,07%, GM avançou 3,46% e a Stellantis ganhou 5,86%, impulsionadas por declarações de Trump de que busca “ajuda” para as montadoras. Apesar do otimismo no curto prazo, Edison Yu, do Deutsche Bank, estima que Ford e GM podem enfrentar perdas de US$ 4 bilhões a US$ 7 bilhões por ano com as tarifas.

O Goldman Sachs avançou 1,93%, com os investidores reagindo positivamente ao balanço trimestral. Nesta semana, seguem no radar os resultados de Bank of America, Johnson & Johnson e Netflix.

As ações da Palantir subiram 4,59% com notícia de que a Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) usaria o software de inteligência artificial da empresa para modernizar suas capacidades de combate.

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No front macroeconômico, a pesquisa do Fed de Nova York mostrou que as expectativas de inflação para um ano subiram para 3,6% em março, enquanto as de longo prazo ficaram estáveis ou desaceleraram. Agora, os olhares se voltam para os discursos de dirigentes do Federal Reserve, incluindo o presidente Jerome Powell, na quarta-feira, em busca de pistas sobre os próximos passos da política monetária.

Juros dos EUA caem

Os rendimentos dos títulos do Tesouro dos Estados Unidos voltaram a cair nesta segunda-feira, refletindo o alívio dos investidores com a isenção de alguns produtos tecnológicos das chamadas “tarifas recíprocas”, anunciado no fim da sexta-feira, e a pesquisa mensal do Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA), divulgada hoje, que mostrou que as expectativas de inflação dos consumidores do país no longo prazo permanecem estáveis.

Por volta das 17h00 (horário de Brasília), juro da T-note de 2 anos cedia a 3,849%. O rendimento do título de 10 anos recuava a 4,378%, enquanto a taxa do T-bond de 30 anos declinava para 4,805%.

Os rendimentos dos títulos do Tesouro americano caíram alguns pontos-base após uma pesquisa mensal do Fed mostrar que os consumidores americanos mantiveram em 3% ao ano as estimativas de inflação para três anos à frente. O resultado alivia temores de que as expectativas estejam se afastando da meta de 2% do Fed, o que poderia manter a postura agressiva do banco central americano, mesmo que as tarifas prejudiquem o crescimento econômico daquele país.

O alívio tarifário parcial e inesperado nas tarifas de produtos tecnológicos – como celulares e computadores -, anunciado no fim da sexta-feira, também acalmou os mercados globais e tirou prêmio de risco embutido nos rendimentos dos Treasuries. A liquidação de títulos da semana passada, que levou os rendimentos a máximas de vários meses, alimentou temores sobre o status de porto seguro dos Treasuries sob a política comercial do presidente Donald Trump.

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Declarações de dirigentes do Fed e dados econômicos como produção industrial e vendas no varejo nos EUA deverão movimentar os mercados ao longo semana, assim como possíveis novidades sobre tarifas.

A Fixed Income Clearing Corporation (FICC), câmara de compensação para negociações no mercado de Treasuries, informou que processou mais de US$ 1 trilhão em transações com títulos do Tesouro dos EUA na semana passada – um recorde. O aumento nas negociações ocorreu em meio a dias voláteis no mercado de dívida pública, à medida que anúncios de tarifas derrubavam as ações e afetavam drasticamente o sentimento dos mercados.

Moedas globais: dólar volta a se enfraquecer

O dólar chegou ao fim desta segunda-feira recuando frente às principais moedas globais pela quinta sessão consecutiva, em meio a uma recuperação do apetite pelo risco provocada pela decisão do presidente americano, Donald Trump, de isentar temporariamente alguns produtos eletrônicos das chamadas “tarifas recíprocas”.

O índice DXY, que mede o desempenho do dólar frente a uma cesta de seis moedas fortes, caiu 0,46%, para 99,640 pontos. A moeda americana se desvalorizava para 143,00 ienes, enquanto o euro avançava para US$ 1,1370 e a libra esterlina era negociada em alta, a US$ 1,3198.

O dólar provavelmente continuará em queda, a não ser que um choque global muito maior leve os fluxos de busca por segurança a retornarem para a moeda americana, dizem em nota os analistas da Monex Europe. A incerteza permanece elevada após declarações contraditórias de autoridades dos EUA sobre tarifas no fim de semana, observam, o que deixa os riscos para o dólar “inclinados para o lado negativo”, ao menos no curto prazo. P

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ara Jonas Goltermann, da Capital Economics, “a principal questão para o dólar já não são os efeitos diretos das tarifas impostas pelo presidente Trump”, mas “diz respeito aos danos indiretos causados pela geração de uma incerteza extrema em torno da política econômica, às distorções contínuas no mercado de Treasuries dos EUA e, em última instância, à erosão da confiança nas instituições e nos mercados de ativos americanos”.

“Na nossa visão, já não é exagero afirmar que o status de moeda de reserva do dólar – e seu papel dominante mais amplo – está, ao menos em parte, sob questionamento”, acrescenta, “levando em conta a inércia e os efeitos de rede que mantém o dólar no topo há décadas, os quais não desaparecerão tão cedo”.

Na Argentina, o primeiro dia de flexibilização das medidas cambiais trouxe recuo do dólar ante o peso argentino. As mudanças foram anunciadas na sexta-feira, após acordo de empréstimo deUS$ 20 bilhões formalizado junto ao Fundo Monetário Internacional. O dólar blue, como é chamado o dólar no mercado paralelo, caiu a 1.285,00 pesos argentinos, segundo o Âmbito Financiero.

*Com informações da Dow Jones Newswires

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